segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

Memórias em vinil (CCCVII)

1968 foi o ano em que Júlio Iglesias trocou a baliza do Real Madrid pelo mundo da música. A sua estreia foi no Festival internacional da canção de Benidorm. Era o início de um sucesso estrondoso, que nunca teve como jogador de futebol. Outros tempos...  mas ele diz que La vida sigue igual. Tonterias!
Boa noite e boa semana

5 comentários:

  1. Fui a um dos seus concertos há muitos anos aqui em Toronto.
    Já não me recordava que a sua primeira paixão tinha sido o futebol.

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  2. Não é, nunca foi, nunca será, a minha praia.

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  3. Carlos, por favor, não fale em tonterias. Para pessoas de certa idade e da minha, este homem foi das coisas mais lindas que apareceram. Só há uma coisa que eu não desculpo a Mário Soares: foi ter proibido um concerto dele, que estava previsto em Portugal, para evitar a saída de divisas (coisas que hoje já não se podem fazer, por isso é um fartar vilanagem). Também estive em 1979 acordada quase toda a noite à espera de o ouvir cantar quando Fialho Gouveia e Raul Solnado resolveram levar a cabo a "Operação Pirâmide". mas antes já tinha tido a sorte de o ver numa casa de espectáculos no Parque Maria Luísa (Em Sevilha) a cantar a meio metro de mim "Um Canto a Galícia", Gwendolyne e outras mais. Foi o que melhor me aconteceu. Até dada altura comprei todos os seus vinis.
    Já agora faça o favor de ser concreto e não o depreciar com futelolista- guarda-redes do Real Madrid que no dia em que fez 20 anos, sofreu um grave acidente entre Majadahonda (que eu também conheço muito bem) e Madrid, que o deixou paralitico ou quase, durante um ano. E foi enquanto esteve internado que começou a fazer poemas e tentar tocar. A partir daí surgiu o sucesso...

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  4. Não depreciei Júlio Iglésias, Anphy. Limitei-me a dizer que, como cantor, teve um sucesso que nunca conheceu como guarda redes, o que é uma verdade insofismável.
    Embora não seja propriamente do meu agrado, reconheço que tinha canções muito empáticas e uma magnífica voz. E "last, but not the least", namorisquei muito ao som das suas canções e estou-lhe muito grato por isso.

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