terça-feira, 30 de janeiro de 2018

A Paixão segundo Bruno





Durante uma semana a comunicação social andou a anunciar que o SLB passaria para o primeiro lugar à condição, depois do jogo do Restelo.
Tudo indicava que assim seria, mas a falta de Krovinovic e de inspiração do ataque encarnado, não permitiu ao SLB, mesmo a jogar mal, trazer os três pontos do Restelo. 
Numa das poucas oportunidades que o Belenenses teve de marcar, concretizou. Faltavam poucos minutos para terminar o jogo e o cenário de derrota encarnada parecia inevitável. 
Só que Paixão, cuja arbitragem se pautou por uma dualidade de critérios inadmissível, decidiu que era altura de marcar um golo. Nos últimos minutos inclinou o campo e um minuto depois dos 5 de compensação, encheu-se de Fé e marcou um livre contra o Belenenses mesmo à entrada da área, que resultou no golo do empate.
Quando recolheu às cabines, lá tinha os vouchers à espera. Desta vez acompanhado de um bilhetinho onde se podia ler:
"Só levas metade, porque não tiveste coragem de anular o golo do Belenenses".
Paixão devolveu o bilhete com o seguinte recado:
"Não se preocupem. Amanhã (nde:esta noite) em Moreira de Cónegos, alguém se encarregará de vos devolver os dois pontos que aqui deixaram hoje."
Diga-se que o empate é justo e, se tivesse de haver um vencedor, esse seria o SLB. Só que Bruno Paixão não precisava de confirmar  que não é apenas um árbitro incompetente.

3 comentários:

  1. Meu caro Carlinhosamigo

    Para além de concordar contigo a 24.897,5% contigo deixa-me que te diga que chuto na canela está como o torrão natal: uma merda!

    Abração do teu amigo
    Henrique, o Leãozão

    ResponderEliminar
  2. Dou de barato, porque toda a gente sabe que o Paixão é Benfiquista, a sua tese.

    Mas então, peço-lhe que reveja as imagens do lance do golo do Belenenses, na sequência de falta de fair-play na forma como devolve a bola ao Benfica, e que a partir do minuto 90 contabilize os minutos efectivamente jogados - a espera pela intervenção do VAR e a discussão no livre vão elucidá-lo do tempo perdido e justamente compensado.

    O livre não foi o Paixão que transformou em golo.

    ResponderEliminar
  3. Curioso que no jogo do Porto, ontem, não devia haver o tal do VAR...
    Já mete nojo!

    ResponderEliminar