quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Portugal ao espelho

Quando um povo acredita que pedir desculpa alivia a consciência ou apaga os erros cometidos, está a admitir que não aspira a mais do que viver num país medíocre.

15 comentários:

  1. Pedir ou não desculpa não é a questão, CARLOS.

    Os dias do António Costa estão contados. Neste momento, PORTUGAL tem um Presidente poderoso e um Primeiro Ministro enfraquecido

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    1. Lamento desiludi-la, Teresa, mas está completamente enganada. Assunção Cristas, barrinha e deslumbrada, apresentou uma moção de censura que fortalece não só a geringonça, como António Costa que agora tem mais margem de manobra para negociar algumas medidas do OE.
      Marcelo não tem nem mais, nem menos poder do que tinha Cavaco. Apenas é mais afável e MUITO mais esperto.

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    2. O discurso violento do Professor, que não tem nada a ver com o Aníbal Cavaco, foi uma lição fortíssima dirigida ao seu antigo aluno António.

      Terça feira apresentam a moção de censura, a maioria que suporta o governo chumba-a. A coisa é irrelevante, no entanto, a cabeça do Primeiro Ministro continua em perigo.

      A professora Constança Urbano de Sousa já lá foi para as férias tão desejadas.

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  2. Enterremos os mortos e cuidemos dos vivos! É a única coisa digna a dizer após uma tragédia! Nem carpideiras nem inactivos!

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    1. Caro senhor, caso pertença ao grupo dos pro activos, ponha-se a mexer e vá por esse Portugal que tem muito por onde. Mas deixe-nos ao menos o direito à indignação. E o facto de nos indignarmos não significa que nada façamos. Mas pronto, reconheço, não sou pró activa; se um fogo daqueles me saltar ao caminho talvez morra mesmo

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  3. Não confunda as coisas. Pedir desculpa é a primeira coisa a fazer caso se tenha sentimentos e um pingo de vergonha na cara. Não é a única, mas a primeira de muitas que ao longo de anos e anos foram esquecidas, proteladas, atiradas para a gaveta dos fundos. Porque interessa apenas o aqui e agora, não se pensa a longo prazo; aposta-se na prevenção nem se sabe como porque não se previne coisa nenhuma. E olhe, estou de mal com essa gente inteligente que nos tem governado.

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    1. Na generalidade,os pedidos de desculpa só servem para as pessoas aliviarem a sua consciência, na expectativa de ser perdoado. Em políticas traduz-se, quase sempre por hipocrisia. E lembro que PPC, depois de fazer tudo ao contrário do que prometera em campanha eleitoral e de sugerir aos portugueses que emigrassem, também disse que nunca pediria desculpas por ter mentido aos portugueses..A desculpa não é uma questão de. educação.Pelo menos em política.

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  4. Pedir desculpa não chega, mas fica muito bem.

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    1. Nas relações pessoais, a desculpa é uma questão de educação. Em política não há desculpas, Pedro. Há responsabilização. Creio que AC explicou isso muito bem, na AR.

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  5. Não é a mediocridade fomentada por cá em todos os campos, desde os tempos da outra senhora?
    Fatima, futebol e fado?
    Não é curioso que, quarenta anos depois estejamos outra vez no mesmo sitio?
    A mediocridade nasce da ignorância que é fomentada e induzida. Glorifica-se cada vez mais a mediocridade. Na politica, na literatura, na música, na cultura em geral, na educação (que é responsabilidade dos pais) e no ensino.
    Vota-se como quem gosta de clubes de futebol. Ninguém quer saber do que eles dizem. Vota-se na direita para não votar na esquerda e na esquerda para não votar na direita e seguem-se idealismos que já desapareceram à muito, seja porque falira, seja porque foram comprados por quem realmente detém o poder.
    Não é o povo quem mais ordena, é a ignorância. E, numa sociedade ignorante é impossível uma democracia ir além da mediocridade, o que é uma bênção para os que compram as politicas que são instituídas!
    O resultado está à vista! É o melhor que temos! É o que está em exposição e não há nada no armazém melhor que isto!
    E onde estão as pessoas esclarecidas, com forte moral e sentido de serviço público, com os conhecimentos necessários para resolver isto?
    Não há! Porque as que existem não estão para se envolver no lamaçal que é a politica partidária, cheia de gajos que nunca fizeram nada que não fosse arranjarem tachos à conta de encostos políticos e que têm as convicções de um calhau!

    Portanto, não basta querer ser mais que medíocre. É preciso esforço...
    ...mas isso dá trabalho!

    Abraço :)

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    1. "E onde estão as pessoas esclarecidas, com forte moral e sentido de serviço público, com os conhecimentos necessários para resolver isto?
      Não há! Porque as que existem não estão para se envolver no lamaçal que é a politica partidária, cheia de gajos que nunca fizeram nada que não fosse arranjarem tachos à conta de encostos políticos e que têm as convicções de um calhau!"
      É mesmo esse o ponto, Claudio.
      Abraço
      PS: Dia 25 ou 27 vou a Lisboa.

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    2. Os CD's estão à sua espera :)

      Fortíssimo Abraço

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  6. Diz a Ematejoca: "O discurso violento do Professor, que não tem nada a ver com o Aníbal Cavaco, foi uma lição fortíssima dirigida ao seu antigo aluno António".

    Olha que não, Teresa, olha que não.

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    1. A Teresa pensa em alemão, António :-) E quando estamos distanciados temos tendência a ver as coisas da forma que mais nos agrada. A Teresa detesta António Costa, admira Cunhal e ama Passos Coelho, porque vive longe e não sentiu na pele o que o desgraçado governo Pafioso fez aos portugueses e ao país.

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  7. Claro que amo o Pedro Passos Coelho, Carlos, um homem inteligente, lindo, sexy e que dá umas noites loucas.

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