quinta-feira, 19 de outubro de 2017

De quem é a culpa?



Costumo dizer que num divórcio há sempre dois culpados.
O divórcio de Marcelo e  Costa não é excepção.
Sendo ambos inteligentes, Marcelo é o parceiro de afectos  que publicamente manifesta a sua  fidelidade, mas que em privado tem uma amante.  
António Costa casou por interesse. Procura cimentar o casamento que fez sem amor mas, como é superteimoso, esgotou a paciência do parceiro que o abandonou e se entregou nos braços da amante.
Há qualquer coisa neste divórcio que me faz lembrar a França de Hollande, mas é na fotografia que se descobre a realidade.

6 comentários:

  1. Que "raço" de fotografia!... Não gosto, não... Também não gosto de casamentos de aparência... Já os casamentos por amor, sabe deus... quantos os de conveniência e quejandos...

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  2. Continuo a dizer que não acredito no divórcio Marcelo/Costa.
    Mas isso sou eu que se calhar sou ingénuo...

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    1. Eu também prefiro pensar que foi apenas um arrufo, Pedro, mas a direita está ufana, a pensar no divórcio e até já vê a morte política de António Costa

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  3. Embora esteja fora da política nacional portuguesa, sou da opinião que a separação do Marcelo e do António é inevitável.

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    1. A resposta ao comentário do Pedro, assenta-lhe como uma luva, Teresa. Mas este seu comentário contradiz a ideia de que vê a política portuguesa com a razão.

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