quarta-feira, 26 de julho de 2017

O juiz decide

A PJ deteve uma mulher suspeita de ter ateado o fogo que ontem começou a lavrar em Vale de Coelheiro ( distrito de Castelo Branco) propagou-se a VV do Ródão e Nisa e, esta noite atravessou o Tejo.
A Natureza  ajudou o incêndio. A PJ cumpriu o seu dever. 
Resta saber se a justiça cumpre o seu, ou opta por mandar a incendiária em paz, confiando na sua regeneração

6 comentários:

  1. Mas não é só suspeita?

    Só poderá ficar em prisão preventiva se os indícios forem fortes (por exemplo haver testemunhas, ou terem-na apanhado com um isqueiro a vir de um local onde um fogo começava de forma estranha e não estava lá mais ninguém) e houver perigo em concreto de continuação da actividade criminosa (por exemplo, se for doente terá é de ser internada), ou da ordem e paz públicas ou do inquérito.

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  2. Fora isto, pareceu-me ter ouvido nas Notícias que já terão sido detidas 40 ou mais pessoas suspeitas de atear incêndios - e não consigo perceber como é que há pessoas que o fazem (fora o caso de doentes e estes era bom que fossem diagnosticados e internados)

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  3. Certo, Gabi. Mas se seguir o link, vai perceber a minha dúvida. É que apesar de o incendiário ter confessado o crime e ser reincidente, o juiz mandou-o em paz. É isto que me parece inadmissível. Beijinho

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  4. já de volta, talvez seja doente, não possa ser preso e precise é de ser internado...

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    1. de acordo, Gabi, mas em minha opinião todos os incendiários são doentes. Um juiz não deve libertar um criminoso. com a alegação de que é doente, sem garantir que o Estado providencie o tratamento. Por outro lado, sabe tão bem como eu, que muitos criminosos arranjam atestados médicos invocando a sua loucura "temporária" para obter uma diminuição das penas.

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