segunda-feira, 30 de maio de 2016

Os emails da minha infância





Provocavam muito mais suspense do que os actuais. 
Enquanto se procedia ao cerimonial de abertura, perguntávamo-nos quem o teria enviado. E se fosse "daquela pessoa" a anunciar que chegaria ao Porto no dia tal à tantas horas?  
Já numa fase mais evoluída, o telegrama podia ser lido previamente por telefone, se assim o pedisse quem o enviava.
E o "drama" que era contar as palavras do texto, para saber previamente quanto custava o envio?


6 comentários:

  1. Lembro deles.Muito bom recordar! abraços,chica

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  2. Nunca recebi um telegrama. Bem gostaria que viesse um carteiro afobado a entregar-mo. Também nunca contei palavras. Mas lembro-me dos funcionários dos correios a expedi-los em morse e do som de máquina intermitente. Na minha terra, receber um telegrama era sinal de má notícia, quase sempre morte ou lá perto.

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  3. Na minha casa, a gente tremia cada vez que chegava um telegrama, pois quase sempre anunciavam a morte de algum familiar.
    Um abraço e uma boa semana

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  4. Na minha casa, a gente tremia cada vez que chegava um telegrama, pois quase sempre anunciavam a morte de algum familiar.
    Um abraço e uma boa semana

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  5. ~~~
    No tempo em que is Correios eram uma grande organização
    que empregava muita gente responsável e idónea...

    Telegramas chegavam pelas melhores e piores notícias...

    Dias felizes, Carlos, em companhia do seu PC.
    ~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~

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  6. Entre essas muitas pessoas , a minha mãe, Majo.
    E aqueles que trabalhavam com ela e que tão importantes foram no meu crescimento como pessoa.

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