quarta-feira, 11 de maio de 2016

E se os contribuintes escrevessem uma carta aos bispos?




Não se surpreendam, enervem ou indignem, com esta indecorosa reacção da bispalhada tuga. Respondam-lhes na mesma moeda e enviem-lhes cartas com três perguntas apenas:
- Se precisam de dinheiro para as vossas escolas, porque não pedem ao  banco do Vaticano? O vosso estado é lá, não é em Portugal, sabiam?
- Porque é que não cobram uma comissão aos padres que compram casas e automóveis de luxo, ou brincam à  caridade com as esmolas dos fiéis?
-Os senhores bispos estão enxofrados, porque este governo lhes quer retirar uma bela receita, mas não vos parece  de muito mau gosto insistir na tecla de que obrigar os contribuintes a pagar as vossas escolas é um acto de justiça?
Gostaria de ver a reacção da bispalhada  se milhares de  contribuintes lhes escrevessem cartas com estas perguntas.
Não, não é uma ideia marada... é mesmo uma sugestão.

6 comentários:

  1. O Rogérito, que já não pode com isto
    vai é escrever uma carta ao Papa Francisco

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    1. E o Papa Francisco deita a tua carta, camarada Rogério, no cesto dos papéis.

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  2. O Rogerito tem razão.

    Quanto ao contribuintes muitos ainda se curvam perante padres e bispos , vão a pé até Fátima e arrastam-se pelo chão dos santuários. amigo...

    Bons sonhos

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  3. Gente que ainda não percebeu que a Igreja de Francisco não é esta.
    É difícil abrir mão de privilégios de longa data...

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    1. Talvez a Igreja de Francisco não seja esta, Pedro, mas ele ainda não fez nada para modernizar a Igreja Católica.

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  4. A mim não me apetecem imitações. Acho uma carta - objecto muito dos meus respeitos e vénias - muito mal empregada nessa gente que se reclama um direito que não tem. E agora aí estão os compadrios todos de voz ao alto. Quase me apetece dizer como umas meninas já grandes que levo o tempo a corrigir mas não têm emenda, CHIÇA!. Apeteceu-me mesmo, pronto.
    Andam os telejornais cheios de guitarras e cânticos sacros ou parecido, mas isto é o quê?! Ai, ai.Põem as crianças com aquele ar de quem sabe o que faz, a cantar a plenos pulmões como se isso fosse igual à força de ter razão. E não é. Mas não há quem explique àquelas crianças que a verdade, se ela existe neste caso, é tudo menos o que elas ali estão a defender?! Ora bolas. É que o acto me parece quase o mesmo de invocar o santo nome de Deus em vão.

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