quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Assunção e queda





Assunção Esteves, uma das mais jovens reformadas do país graças ao cargo desempenhado no Tribunal Constitucional  desempenhou, como devem estar lembrados, o cargo de presidente da AR durante o governo da cambada. Tem, por isso, direito a entrar para a galeria da Assembleia da República.
Tal como anteriores presidentes da AR e da República, quis ser retratada por um destacado artista português. Dirigiu convites a Paula Rego e Júlio Pomar, mas ambos recusaram. Não são conhecidas as razões das recusas, mas sabe-se que para evitar mais alguma, Assunção Esteves  decidiu procurar uma alternativa em Espanha.
Isabel Guerra, uma freira que vive em clausura, aceitou eternizar Assunção numa tela e receberá 15 mil euros pela tarefa.
Sem comentários.

7 comentários:

  1. Calculo o motivo da recusa de Paula Rego e Júlio Pomar...as suas posturas , não lhes permite retratar uma tontinha.
    Só a caridade cristã de Isabel Guerra e mais uns cobres para a instituição. Valha-nos Deus .
    M.A.A.

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  2. Não será possível fazer com que a 'obra de arte' fique em Espanha?

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  3. Uma inconseguida frustada, mas bem paga e melhor aposentada.............

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  4. O que fez Paula Rego e Júlio Pomar era o que devia ter feito Maria de Lurdes Rodrigues e Rui Pereira quando foram agraciados com as condecorações. Mas não os tem no sítio nem fibra para isso.

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  5. Francamente, acho que ela até teve sorte em que não aceitassem pintá-la... :)

    Beijocas

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  6. Feira de vaidades!
    15 mil euros deitados à rua.
    bjs

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  7. A freira não é franciscana.
    15 mil mocas???
    Livra!!

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