segunda-feira, 27 de abril de 2015

O acordo ortográfico convida ao absentismo

Antes do acordo ortográfico escrevia-se “ Alto e pára o baile!” 
Significava  mais ou menos deixem de mandriar e vão trabalhar
Com o novo AO escreve-se “Alto e para o baile”
O que pode ser interpretado como  deixem de trabalhar e vão gozar a vida

24 comentários:

  1. Uma “má” interpretação temporária e para os mais velhos. A nova geração não cometerá esse erro. Os mais novos estão mais abertos a mudanças. : )

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    1. Felizmente que hoje há jovens e velhos que estão sempre todos abertos para tudo, que as ideias até se esvaem. Pena é que haja jovens e velhos tão abertos que até nem sabem conjugar o verbo haver, porque o "H" é mudo. Realmente não entendo os omens de agora. Lamento que os jovens de antigamente tivessem a cabeça tão cerrada, que não conseguiram absorver o decreto-lei nº. 32/73 de 6-02-1973, que aboliu o acento grave nos advérbios de modo, e não só. Muitos ainda o utilizam. Já devem ser bem entradotes, mas não tacanhos o suficiente, que conseguiram absorver as novas tecnologias.
      Se conhecesse a triste história deste (des)ao, não abriria a boca por causa das moscas.

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  2. Está bem apanhada essa leitura!
    :-)
    Concordo com o comentário anterior.

    Eu molho pão no molho do bife - aposto que toda a gente sempresa soube gerir a pronúncia mesmo sem acentos.

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    1. O problema não é de pronúncia, minhas caras amigas Catarina e Célia. É apenas de ortografia.

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    2. M(ô)lho e m(ó)lho e ambas têm a mesma grafia: molho. Foi a esta pronúncia, neste exemplo concreto, que eu me referi.

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    4. Também há o molhe.
      Era assim que falava um outro PR, que agora já é um senhor doutorado

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  3. E não é nada mal pensado ir para o baile, porque com a qualidade de políticos que temos só vou votar pelo mal menor... :)

    Beijocas

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  4. Pessoalmente irei continuar a escrever como aprendi. Afinal não foi o Nuno Crato que disse que podíamos escrever como quiséssemos?
    Estes políticos da treta, secundados por uma comunicação social acrítica e acéfala, resolveram meter de supetão o «aborto ortográfico», porque sim, nem sequer houve a mais pequena explicação ou justificação plausível.
    Numa coisa tão importante para o povo, é escandaloso como é que não foi feito um referendo sobre o acordo ortográfico.

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    1. Não seria preciso um referendo, se o processo seguisse os trâmites legais obrigatórios e se não houvesse a nojice de misturar a Lusofonia com dinheiros sujos e políticas nojentas. Já houve alguns acordos e ninguém se irritou com isso, apesar dos brasileiros, praticamente não terem aceitado, nem aplicado, porque têm uma Academia Brasileira das Letras que funciona, cujo lema é: ""
      Ad immortalitatem" (Rumo à imortalidade)", fundada em 20 de Junho de 1897,
      enquanto a nossa Academia das Ciências de Lisboa é uma vergonha. Quando estudei obrigaram-me a escolher entre Ciências e Letras. Pontos de vista. Ninguém pode englobar tudo. Agora um à parte: Quando eu estudei qualquer professor rasurava um erro de Português, fosse em que disciplina fosse. Mesmo numa altura em que 80% da população não tinha a escolaridade obrigatória, havia quem valorizasse a nossa língua.

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    2. «Não seria preciso um referendo, se o processo seguisse os trâmites legais obrigatórios».

      Em princípio isso até pode ser válido. No entanto para maior transparência e num assunto tão sensível para o nosso povo, devia ter sido feito um referendo, mais não fosse para explicar a razão e o que muda na língua com o acordo ortográfico. Em função disso, o povo decidia.

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    3. Paulo, desculpe-me agora ser reaccionária. Que tipo de referendo, qual a % mínima para ser válido/vinculativo o dito, qual o interesse desta carneirada amorfa, em se pronunciar sobre um assunto da língua portuguesa, se a maioria deles nem sabe o que é o étimo. E muitas outras razões poderia apresentar. É sempre possível e tem havido evolução, não pode é haver bagunçada. Que falta nos fazem um Lindley Cintra, um Magnus Bergström e muitos outros. E, sobretudo, pessoas interessadas, como eu,eheheh, que comprava o jornal "A Capital" só para ver a página da drª. Edite Estrela sobre "as dúvidas do falar português". Quantos viram na TV o programa dela sobre o assunto, quantos vêem o programa interessante do Pedro Infante e da jornalista, que melhor português fala - Maria Flor Pedroso? As pessoas nem querem saber a origem da fruta que comem (já não contando com as importações fraudulentas) e compram ameijoa vietnamita e camarão criado nas pocilgas da Índia, China e arredores e arredores, só para dizerem que comem camarão. Se um dia vissem uma reportagem sobre o assunto, nunca mais olhavam sequer para "as delícias do mar". Como sempre pego num alho e acabo num bugalho. Para quem nunca foi dactilógrafa, nem gosta de teclar é obra! E já agora um link duma admiradora das "cronicasdorochedo", para mostrar como os jovens têm a mente aberta: http://blueshell.azurara.net/blue/?p=985
      E se falei de fruta é porque ainda estava com esta notícia que li atravessada, porque compro "alpro" muito mais cara, porque dizem que não é soja modificada, mas no outro dia foi condenado um italiano por ter exportado para França, ilegalmente, soja modificada.http://www.reporterre.net/Le-trafic-des-pesticides-interdits

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    6. Cara Golden.bee de facto está a ser de facto um bocado reaccionária :-) Não quer fazer referendo porque o povo não sabe puto de filologia, isso faz-me lembrar aquelas pessoas que pouco depois do 25 de Abril de 1974 diziam que não podia haver eleições porque o povo não percebia nada de política. Mas sabe, o seu argumento até tem alguma validade.

      Eu até nem sou contra um acordo ortográfico, porque a língua de facto está em constante evolução, mas sou é contra (pegando numa palavra sua) a bagunçada que é este acordo ortográfico, que foi pouco ou nada explicado e justificado. Com um referendo tudo podia mudar. O referendo para ser vinculativo tem ser votado, salvo erro, por pelos menos 50% dos eleitores, mas é capaz de ter quando diz que os portugueses nem da sua própria língua querem saber.

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  6. Já tinha visto muitas, mas esta desconhecia. Eu, por acaso, gosto muito de dançar e não sou pequenina. E, hoje, ao preencher e enviar o IRS, praguejei tanto, que até lamentei não ter sido velhaca, ao longo da minha vida

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  8. Como não sigo o dito acordo, não vou para o baile :)))
    Aquele abraço, boa semana

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  9. Dedicado aos modernaços dos comentários anteriores (tirem lá o acento, tirem...): https://fbcdn-sphotos-b-a.akamaihd.net/hphotos-ak-xfp1/v/t1.0-9/p480x480/22316_906897629361186_6565824688929300145_n.jpg?oh=5c54134b6a0510b1681abb0f31bf8155&oe=55CFC4EB&__gda__=1440392614_650aedce72798a0bdb9e179116d6d794.
    Um de muitos exemplos.

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  10. Caro(a) RH, o link deve ser algo para lá de importante. Explique-me, se não se importa, porque surge este aviso?
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    Reference #50.cda2c017.1430143273.8dee1a8b

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  11. Há mordernaços aqui, só na imagem. Até há quem se tenha oferecido para dar explicações de português e até dá erros de ortografia. Gostam de expor o seu avatar. Felizmente que ninguém respondeu à chamada.
    Mas cuidado com o RH que não tem nada a ver com o assunto.

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