quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Viagem ao futuro: eu amo a violência doméstica!

Qualquer pessoa atenta ao que os representantes das juventudes partidárias do arco da governação ( o realismo  macabro desta expressão deixa-me deprimido, mas não há nada a fazer...) vão dizendo quando lhes dão tempo de antena, fica de pé atrás e interroga-se: mas é para defender esta gente oca, seguidista, parasitária, preguiçosa e sem um mínimo de respeito pelos mais velhos, que o governo anda a roubar reformados e pensionistas?
Os mais optimistas responderão que os parasitas  das jotas são apenas uma pequena percentagem dos nossos jovens, que a maioria é responsável, etc. etc. etc. O pior é que depois há sempre alguém que lhes exibe esta pérola e dá mais um rombo no optimismo reinante em relação ao futuro 
Num futuro próximo, estas piquenas que amam a praxe também vão amar a violência doméstica; os grunhos que defendem que ser humilhado é um direito, vão pensar que também têm o direito de violar e/ou matar as namoradas quando forem rejeitados por elas mas, pior do que tudo, na vida laboral esta  gente via sentir-se no direito de praxar os seus subordinados, condenando os trabalhadores  a baixos salários e eliminando-lhes todos os direitos. Será uma nova versão do interesse nacional com que este governo procura desesperadamente legitimar todos os atropelos à Constituição e a qualquer Lei que imponha travão à sua prepotência. 

5 comentários:

  1. Faz tudo parte do mesmo esquema!
    A subordinação dos mais frágeis a todos os níveis...e alguns, infelizmente, acham isso normal!

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  2. Havia um país que era o que há mais tempo tinha , na Europa, as fronteiras definidas.

    Agora há assim uma espécie de baldio onde ainda subsistem bastantes pessoas, mas em número muitíssimo inferior a um bando de bestas predadoras.

    Amigo, tudo de bom

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  3. Coincidência! Acabei de colocar uma "posta" que foca o mesmo assunto, ainda que numa perspectiva mais lateral. Mas foram alguns desses aspectos que me vieram à mente

    Saudações cordiais

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  4. Mais do que a discussão em volta das praxes, é preciso ver o que podem reflectir estes comportamentos desviados no futuro.
    Totalmente de acordo!

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