quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Cabrão é que não, sff!

"Quando é que percebem que na frase "És o maior, caralho!", proferida por Bruno Alves, o último vocábulo não corresponde a um palavrão, mas sim ao complemento circunstancial de felicidade, uma espécie de fogo de artifício da língua portuguesa?"
(Barbara Baldaia in FB)

É isso mesmo!  Podia aplicar-se o mesmo de “filho da puta” e outras expressões  utilizadas para exprimir felicidade, frustração, desgosto. Mas, por favor, nunca  chamem cabrão a um gajo do Norte! Isso sim, é insulto!

6 comentários:

  1. É linguagem que não uso para ninguém seja de onde for! :)

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  2. Não uso, mas há situações em que apetece! Neste frenesim maluco e alienante,e tendo em conta certos contextos, não reviro os olhos, nem ponho a mãozinha hipócrita na boca ao escutar um "alho" ou um "dasse" enquanto formas de descompressão, seja ela boa ou má!
    O Carlos certamente já conhece, mas não posso deixar de colar aqui um link que nos leva ao célebre texto do grande Millôr Fernandes, poeta, humorista, cartoonista e tudo ( como diria Almada Negreiros).

    http://www.dominiofeminino.com.br/editorial/opiniao/jan_foda_se.htm

    ;)

    Saudações

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  3. Foi o Bruno Alves que proferiu essa enormidade em directo? Não fazia ideia. Só confirma a excelente impressão que tenho do moço. Perdoará, Carlos, que sei que é do Norte, mas não entendo muito bem a liberdade vernacular que todos defendem como 'feitio' e não 'defeito'. Estou habituada, que tenho primos no Norte, e não me choca por aí além, mas não gosto. Dito isto, 'fogo de artifício da língua portuguesa é muito bom! :)
    Beijinho

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  4. Carlos, Não uso palavrões em público...mas sózinha há alturas que são mesmo libertadores :)))
    Fui ler a sugestão da Lia, e achei o texto fantástico!
    xx

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  5. Ora bem dito!!
    na alma, eu sou um "gaijo do Nuorte", cara....go!!

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  6. Há momentos em que não é chocante, mediante as circunstâncias e as regiões. Em público, não. Há que dar o exemplo aos mais jovens.

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