terça-feira, 24 de setembro de 2013

Pedro Passos Coelho tem uma doença contagiosa

Depois da crise de Julho, provocada pelo irrevogável Portas, PPC refrescou o governo e tentou dar-lhe uma imagem de seriedade,ao convidar o septuagenário  Rui Machete  para MNE.
Ainda não tinham passado 24 horas, já os jornais noticiavam as suas ligações ao BPN mas, depois de uns dias de bagunça, tudo voltou à normalidade e o assunto caiu no esquecimento.
No último fds ficou a saber-se que o respeitável Machete  afinal é, apenas, mais um mentiroso. Com a agravante de ter mentido ao Parlamento, o que deveria ser suficiente para ser imediatamente demitido. Mas compreende-se que permaneça no seu lugar. Estamos em Portugal, não temos um PR que faça cumprir a Constituição, é natural que criminosos, bandidos e até pedófilos possam integrar um governo, ante a complacência de um senhor que trocou a vestimenta de palhaço por um fato azul  e insiste em dizer que é PR. Os portugueses, com toda a sua heroicidade, não tugem nem mugem.
Confesso que fiquei surpreendido, pois sempre considerei Machete uma pessoa honrada. Depois pensei, pensei e percebi que RM foi mais uma vítima da doença contagiosa de Pedro Passos Coelho. O maior aldrabão que algum dia ocupou o palácio de S. Bento contagia todos os ministros e converte gente aparentemente honesta em mentirosos compulsivos. A única excepção, ate à data, parece ser Paulo Macedo, mas é bom lembrar que ele é ministro da saúde, pelo que deverá saber como evitar o contágio.
Continuo sem saber se Cavaco continua apenas a fingir que não se passa nada, está a gozar connosco, ou já foi atingido por esta perigosa epidemia

2 comentários:

  1. Como é que Cavaco pode fazer alguma coisa, se fez exactamente igual ao que fez Machete, mentindo também sobre acções da SLN, que não sabia, que tinham uns nomes muito esquezitos em inglês e como mísero professor não percebia nada daquilo!...

    ResponderEliminar
  2. Que circo do caraças, Carlos!!
    E não é que TODAS as figuras do cavaquismo estão envolvidas em falcatruas.
    Cada tiro, cada melro!

    ResponderEliminar