terça-feira, 18 de junho de 2013

Às vezes chegam cartas...

Já  me tinham falado desta carta mas, como nos últimos dias andei arredado da blogosfera  e das redes sociais, só hoje a pude ler, graças a uma leitora que teve a amabilidade de me enviar um link.
Há textos que nos reconciliam com a esperança, porque revelam que alguns jovens vêem o futuro para além do seu umbigo.

3 comentários:

  1. Gostei de ler.
    Só uma pequena observação - ela, e os outros alunos, não são reféns dos professores.
    São instrumentos do jogo político que tem os professores/sindicatos e o governo como players.
    É bem diferente.

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  2. Estica a guita Rosa, minha amada
    o nosso moço pode ser Doutor,
    de inverno vais tirar-lhe um cobertor
    e a guita vai ficar mais alargada.

    Se mesmo assim não chegar p´rás propinas
    tiras-lhe, de manhã, o pão e o leite
    come, ao meio dia, caldo sem azeite,
    e bebe água em lugar de vitaminas.

    Diz, custe o que custar, o Professor:
    ele é fino e vai ter que ser doutor,
    mas vê bem Zé, com tanta restrição!...

    A cabeça começa-lhe a pesar,
    perde a força nas pernas, para andar
    e depois o canudo é um caixão.

    Versos. Autoria de Rodela

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