terça-feira, 14 de maio de 2013

Portas acumula MNE com pasta que era de Relvas

Ainda me sinto um pouco atordoado com tudo o que li, vi e ouvi nas últimas horas mas coemço a arrumar as ideias e a perceber que o substituto de Relvas não é Poiares Maduro, mas sim Paulo Portas. 
É ele que está a traçar a estratégia de comunicação do governo, recuperando a táctica que usava no "Independente", mas  em proveito próprio.
Toda esta trapalhada em volta das pensões teve um único objectivo: baralhar a informação, para que as pessoas não percebessem o essencial. O  líder do CDS manifestou-se publicamente contra a  TSU dos reformados, para que a comunicação social empolasse o eventual recuo e não falasse sobre a medida que relamente interessava ao governo: cortar retroactivamente 10% nas reformas dos 500 mil funcionários públicos. 
Esta medida  não desagrada a Portas- o seu ódio ao funcionalismo público é conhecido- e ainda traz acoplado o benefício de ser mais rentável do que uma taxa impopular sobre 3 milhões e meio de pensionistas.
Concluindo: Depois da confusão, tudo acabou em bem. Paulo Portas pode continuara visitar os lares de velhinhos e, por uma vez, Pedro Passos Coelho disse a verdade. Não há qualquer divergência no governo







6 comentários:

  1. o Governo usou a tática do Pide mau )Passos ) e do Pide bom(POrtas) e tudo isto é uma encenação concertada , se calhar até com a criatura de Boliqueime!

    Eu só fico espantada com o facto de ainda haver alguém que creia numa sílaba ( não numa palavra) do que Paulo Portas debita !!

    O Estado Novo tinha Cilinha Supico Pinto e o Movimento Nacional Feminino - até porque na altura todas as famílias tinham um militar na guerra colonial.

    O actual regime ( já nem me atrevo a chamar-lhe Democracia) tem Isabel(inha) Jonet e o Banco contra a Fome - até porque actualmente todas as famílias têm alguém sem emprego.

    E Portugal, verdade seja dita, não dexa de ter o que merece!

    Abraço , meu amigo

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  2. Pasmo que ainda haja alguém que tivesse votado nestas bodas de sangue, suor e lágrimas e que ainda defenda tanta anormalidade!

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  3. Ui,ui... ter que levar com estas novidades todas por atacado, não deve ser fácil!

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  4. Divergências, há.
    Mas muito menos do que era dado a entender.
    E nisso o Portas é mestre!

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  5. O Portas fez a sua maior asneira política.
    Esta ninguém lhe vai perdoar. Só se for o Seguro, em desepero de causa.

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