quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

E que tal experimentarem uma posição nova?


Presumo que esta seja a posição normal de alguns directores de jornais ( e de muitos jornalistas) quando se abeiram do senhor Relvas.
Não era necessário é que transpusessem diariamente para os jornais a sua subserviência bajuladora, com notícias laudatórias a um governo que esmifra os portugueses até ao tutano e procura todos os dias fazer um golpe de Estado. Poderia deixar aqui inúmeros exemplos, mas este é bastante elucidativo.
Não seria mais correcto escrever "Portugal é um dos cinco países que apoia a reindustrialização da UE" ?
Não faço a pergunta por embirração. É só porque me lembro de PPC ter dito na entrevista à TVI que tinha sido por proposta de Portugal, apoiada pela Irlanda, que o Eurogrupo concordara em que as condições aplicadas à Grécia seriam aplicadas a todos os países com programas de ajustamento. Bastaram 48 horas para se ficar a saber que a proposta de Portugal, ainda que aprovada, não vale um chavo.
Era bom que os jornalistas experimentassem uma posição nova. Talvez um pouco mais viril, sei lá!

5 comentários:

  1. Da maneira como Relvas controla a coisa, não me admirava nada que só estivessem na redação de alguns jornais os jornalistas que ele aprova. Assim como Saramago fez no tempo do PREC no DN à descarada, só que aqui de forma menos aparatosa e evidente para o público... :P

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  2. Mas esses tipos bajuladores e subservientes lá sabem o que é virilidade, Carlos? Depois, eles gostam mesmo é dessa posição, principalmente quando ficam perto do Relvas...ajustamento à vista!

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  3. O que pede é impossível
    Os coisos estão senis
    (Foi requisito de admissão
    para trabalharem na redacção)

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  4. Aconselho a leitura da edição da Visão de hoje. O Relvas com esses não se safa. E a corja à volta dele também não. Qualquer dia faço um artigo também...
    Beijinho

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