sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Corrijam lá o tiro e acertem no alvo, s.f.f.


Já todos percebemos, há muito, que Vítor Gaspar é incompetente. Utilizou os seus contactos na Europa para subir na cotação interna, mas a a verdade é como o azeite e vem sempre ao de cima. Gaspar é um lacaio de Schäuble e  o seu objectivo não é retribuir ao país o dinheiro que gastou na sua esmerada educação. O seu único objectivo é agradar ao alemão, para ser recompensado com um cargo na Europa, depois de ter arruinado Portugal.
Não espanta, por isso, que depois de ter sido endeusado por gente próxima do governo que o considerou repetidas vezes " técnico experimentadíssimo, altamente cotado nas instâncias europeias e intocável neste governo" os analistas e comentadores tenham começado a  perceber que Gaspar é apenas um traidor disfarçado de salvador. 
Ontem começaram os ataques a Gaspar. Marques Mendes acusou-o de tratar os portugueses como atrasados mentais, Pacheco Pereira chamou-lhe aldrabão, Lobo Xavier ( deve ter lido isto)  brincou a propósito das "garotas de programa", Honório Novo  acusou- de ser ventríloquo de Schäuble e é muito provável que no domingo Marcelo desfira novo ataque ao ministro das finanças.
Obviamente concordo com os ataques a Vítor Gaspar, mas creio que os seus críticos estão a falhar o ponto de mira e acertam no alvo errado. O cancro deste governo não é Vítor Gaspar. Nem é ele o mentiroso  da companhia. Os verdadeiros cancros deste governo - que precisam de ser urgentemente estirpados-  são Pedro Passos Coelho e Miguel Relvas. São eles que regem esta orquestra e os únicos responsáveis pela  desafinação. 
No canto da sala, a assistir ao espectáculo, está o director e encenador, principal responsável pela chegada desta gente de mau porte ao governo. Perante a desafinação total, ameaça intervir, mas nunca o fará por  uma razão: tem medo que a Coelha saia da toca e salte para as primeiras páginas dos jornais, desfilando uma história que poderá acabar no BPN.

2 comentários:

  1. E se tomarmos como o alvo os três, ou melhor dito, os quatro, vês algum mal nisso?

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  2. Como lembra o Francisco Clamote, podemos chamar-lhe o bando dos quatro, mas a dupla relvas/passos é de alucinação

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