quinta-feira, 15 de novembro de 2012

O mundo ao contrário

Num país normal, governado por gente normal e com uma comunicação social que não fosse acéfala, esta notícia não seria caso para regozijo e foguetes. Mas estamos em Portugal onde governo e alguma ( a maioria) comunicação social vêem o mundo ao contrário e confundem cortar gorduras do Estado com aumento do desemprego.

10 comentários:

  1. Num país normal, governado por gente normal e com uma comunicação social que não fosse acéfala... hoje estar-se-ia a analisar a Greve Geral. Mas nada... hoje o Telejornal referiu um termo que há muito não ouvia: "guerrilha urbana". Esta hein?

    ResponderEliminar
  2. Segundo a FRENPROF, estaremos 10 000 professores em horário zero (sem componente letiva, apesar de darmos apoios, termos coadjuvâncias, como é o meu caso)do quadro de escola e do QZP e o ministério prevê, para o próximo ano, 'pôr na rua', a bem ou a mal, mais que os 10 000.

    "Os bons vi sempre passar
    no mundo graves tormentos;
    e, para mais m´espantar,
    os maus vi sempre nadar
    em mar de contentamentos.
    Cuidando alcançar assim
    o bem tão mal ordenado,
    fui mau, mas fui castigado:
    Assi que, só para mim
    anda o mundo concertado."

    Camões


    Beijo

    Laura

    ResponderEliminar
  3. Já não conseguem surpreender-nos!
    É disparate em cima de disparate...:-((

    ResponderEliminar
  4. Estamos num país ou a viver um pesadelo?!




    beijinhos meu amigo

    ResponderEliminar
  5. A solução poderá passar pela nossa revolta...
    Os nossos filhos merecem um futuro digno.
    Nesse futuro não enxergo lugar para os atuais políticos.

    ResponderEliminar
  6. Recado de Maria da Conceição Tavares (Economista, professora-titular da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) e professora-emérita da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) – Brasil) para os jovens economistas

    O ministro das Finanças, Vítor Gaspar, teria com certeza muito a aprender e os portugueses a lucrar!

    http://www.youtube.com/watch?v=FebPPRNtBAU

    ResponderEliminar
  7. Eu também costumo pensar isso... e depois lembro-me que só tive Introdução à Economia e nada mais e, por isso, esta gente deve saber o que está a fazer... mas afinal não sou a única a pensar assim... O que é que estes senhores pensam que estão a fazer, ora bolas??!!

    ResponderEliminar
  8. Aí, como cá, há demasiados funcionários públicos, Carlos.
    O actual Executivo da RAEM entrou a dizer que ia cortar.
    Quase triplicou o número de funcionários!!

    ResponderEliminar
  9. Notícia é, e pelos piores motivos, o não corte dos subsídios aos altos funcionários nomeados por este governo.
    É um escândalo!

    ResponderEliminar