quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Do mal o menos

Obviamente que torcia por Obama mas, ao contrário do que aconteceu em 2008, não vibrei com a vitória. Já não tenho quaisquer ilusões quanto à sua capacidade para marcar a diferença ou poder contribuir para a melhoria da situação na Europa.
Obama joga noutros tabuleiros e parece não dar grande crédito nem importância à Europa. Terá um mandato difícil, pois os republicanos estão em maioria na Câmara dos Representantes e poderão bloquear as decisões do presidente.
De qualquer modo, sempre é melhor ter Obama na Casa Branca, do que o pesadelo de ver Mitt Romney a comandar os destinos da (ainda) maior potência mundial.
E sempre é melhor ter um presidente como Obama, que não tem medo do povo, do que um qualquer Aníbal que só fala através do FB ou à saída de inaugurações de hotéis, depois de uma confraternização de croquetes e wihiskey marado.

11 comentários:

  1. "Do mal o menos" uma frase que ninguém dirá, caso o socialista José António Seguro ganhe as eleições 2013 em Portugal.
    Todo o mundo dirá, então, "foi pior a emenda do que o soneto".

    É bom não esquecer, que ele não pode mudar o mundo de um dia para o outro, mas Obama é um homem culto e de boa vontade, coisa que não se pode dizer dos políticos portugueses, sejam eles coelhos, cavacos ou seguros.

    Eu tinha votado no Barack Obama se fosse americana!!!

    God save Obama!
    God save America (Portugal também, que precisa ainda mais)!

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  2. Um Republicano é sempre um Republicano em terras do Tio Sam. O que eles querem mesmo é fomentar guerras e doenças por esse mundo fora para ganharem com esses dois flagelos.

    Quanto ao medo dos políticos como os nossos também é verdade mas o facto é que eles têm medo do Povo mas vão levando a água ao seu moínho qual marioneta bem manobrada por "Republicanos" sejam eles Americanos, Alemães ou Judeus.

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  3. Carlos, apesar de não ter grandes ilusões sobre o que Obama pode ou não fazer, a alternativa era bem pior!

    Quanto à "prata da casa", pois, nem vale a pena falar... :P

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  4. Não delirei como há quatro anos anos atrás - como se compreende - mas fiquei imensamente satisfeita com a vitória de Barack Obama.
    Ele pode não ter capacidade para influenciar positivamente o destino da Europa, mas pode fazer muito pelo povo americano. Nomeadamente pelos mais desfavorecidos, apesar dos republicanos estarem em maioria na Cãmara do Representantes.
    Eu já não digo "Do mal o menos", digo: "Não podia ser melhor".

    Nós, por cá, é que não vamos passar da cepa-torta!

    Beijinhos.

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  5. Antes Obama que outro Bush!

    Beijinho e uma flor

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  6. Uff, que alívio, o outro marado seria um pesadelo

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  7. Pois eu vibrei de novo. Obama não é nenhum milagreiro e comete erros, como qualquer um de nós, mas como ser humano e como político não tem comparação possível com o oponente nestas eleições presidenciais. É verdade que durante o 1º mandato, muitas das suas promessas ficaram por cumprir, mas não se pode esquecer que para concretizar as suas políticas teve e tem que enfrentar a oposição republicana que era e é maioritária na Câmara dos Representantes.
    Muita sorte é o que lhe desejo. Trabalho e múltiplos escolhos pela frente é coisa que não lhe faltará.

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  8. Repito o que já escrevi antes, Carlos - Romney era perigoso.
    Por ele próprio e por quem o rodeava.
    Como refere o Francisco Clamote, Obama não é um milagreiro.
    E esse foi um do grandes problemas que teve que enfrentar - as expectativas que foram criadas à sua volta.

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  9. Se alguém conseguir apontar outra figura melhor que Obama, diga de sua justiça.
    Para isso teremos que esperar quatro anos.
    Romney é de outro planeta. O dos macacos, talvez.

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