sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Biblioteca de Verão (18)

Agora que esta rubrica se aproxima do fim, convém relembrar (et pour cause...) o que aqui escrevi no início. Não pretendi aqui incluir "os livros que todos devem ler" ( essa pretensão parece-me tão estupida, que não compreendo a ideia do Expresso na última semana) mas sim livros de que gostei e não aparecem, normalmente, entre as listas dos mais vendidos. Apenas um contributo para quem gosta de ler nas férias.
O livro de hoje foi o único de Valter Hugo Mãe que li até hoje, embora já tenha sido aconselhado a ler "A máquina de fazer espanhóis" que muitos consideram bem melhor. No entanto, como a minha especialidade não é recomendar livros que nunca  li ( isso é para alguns críticos da especialidade e para o professor Marcelo, a quem basta ler as badanas para emitir uma opinião)  fico-me por este "O filho de mil homens", um livro sobre os afectos que li com agrado, mas não com desmesurado entusiasmo.

7 comentários:

  1. Agora que esta rubrica se aproxima do fim!
    Porque é que se aproxima do fim, Carlos?
    O Outono só chega no dia 22 de Setembro, até lá ainda temos muitos dias de Verão.

    Adoro esta rubrica e, algumas das suas dicas já se encontram na minha mesinha de cabeceira.

    Nunca li nada do Valter Hugo Mãe, mas já há muito tempo que ando a pensar mandar vir de Portugal um dos seus livros.

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  2. Já comecei a leitura mas depois interrompi, para começar a ler um policial. Uma das minhas irmãs leu e gostou muito.

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  3. Valter Hugo Mae é para se ler, sim. O primeiro livro dele que li "O remorso de Baltazar Serapião" pareceu-me um tanto "pesado", mas os outros, (e li recentemente "O filho de Mil Homens") são obras para refletir, para desmontar uma séria de preconceitos das sociedades que, por este ou por aquele motivo, marginalizam quem se afasta da apregoada "normalidade", seja lá isso o que for.

    Um beijo

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  4. Passo por uma fase em que não consigo ler. Quanto muito vou a leituras tidas e vou saborear palavras conhecidas. Tenho vários livros novos, tenho-os comprado e estão por todo o lado... Mas começo a ler e o pensamento... pimba, sai dali e vai para outro lado. A realidade do dia-a-dia torna-me a concentração fugidia... mas isto passa... (será que passa?)

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  5. Tenho lido algumas das suas sugestões, mas raramente tem calhado comentar. De Valter Hugo Mãe ainda não li nada, embora tenha um livro dele em stand-by... O problema é que estão vários em fila de espera! :)

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  6. Estou a ler neste momento a máquina de fazer espanhois. Para quem como eu, acompanhou a velhice de perto, este livro é a minha companhia surpresa dos serões.

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  7. Nunca li este. Para mim, que trabalho com terceira idade, A máquina de fazer espanhóis entrou na categoria de muito bom. Assim directamente...

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