quarta-feira, 23 de maio de 2012

Ora diga lá, senhor ministro!


Qual a sua estratégia para divulgar os dados da vida privada de Maria José Oliveira na Internet ?  Pedir aos bloggers  que  no tempo de Sócrates organizaram aquela manif pífia em defesa da liberdade de expressão e agora estão cobardemente calados, escrever posts  detalhados sobre a relação de MJO  com um político?
Mandar os jornalistas disfarçados de bloggers que andaram a papar jantares consigo e o PM - e agora estão escondidos em alguns gabinetes ministeriais, incluindo o seu-  divulgar nos seus blogs a informação que o senhor lhes passa e terá sido fornecida por alguns dos que consigo privam? 
Nós gostaríamos de saber, senhor ministro. Porque enquanto não soubermos, continuamos a acreditar que a sua ligação à ordem do avental pode ser bem mais perigosa do que alguma vez imaginamos e  talvez inclua pessoas que se apresentam diariamente  como impolutas.
Desembuche, senhor ministro, porque enquanto não o fizer corremos o risco de levantar suspeitas sobre inocentes.
Preste atenção às palavras de Paulo Rangel e não se refugie no apoio do seu partido que inviabilizou a sua ida à AR para prestar esclarecimentos. 
Ninguém deixará de fazer comparações entre a sua prontidão em prestar esclarecimentos no caso das secretas e a sua fuga às responsabilidades neste caso melindroso.

8 comentários:

  1. Apoiado a 100%.
    Este tipo tem que ser desmascarado...

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  2. Estes trastes não sabem funcionar francamente e às claras, portanto é mais que provável que surgissem uns vídeos no Youtube, umas notícias em blogue, umas fotos no FB... Acontece que às vezes o feitiço se vira contra o feiticeiro, quando essas coisas começam a correr! ;)

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  3. Boa malha...
    No entanto receio que este assunto, que merece toda a atenção, acabe por nos afastar de questões essenciais...

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  4. É um desafio mas duvido que o Sr ministro o aceite.
    Só falam quando lhes convém.
    Quando as coisas estão mal escondem-se e olham para o lado oposto.

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  5. Não há dúvida que a estratégia seguida pelo Relvas e pelo PSD, neste caso, só prejudica o Relvas e o governo. A "certeza absoluta" na inocência de Relvas, afirmada e reafirmada por figuras do PSD, quando confrontada coma recusa na sua audição imediata no Parlamento tenderá a ser vista como "certeza absoluta" do contrário. Pela minha parte, independentemente de tal estratégia, contento-me com a "certeza relativa" do contrário, baseada em declarações prestadas publicamente por pessoas que tenho na conta de sérias.

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  6. Acabei de ouvir o Carlos Abreu Amorim naquele tom de regateira do Bulhão dizer que o Ministro vai ao Parlamento quando entender que deve ir. Isto é, o governo responde perante a AR mas só quando lhe apetece....

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  7. Que atitude mais torpe, Carlos!!
    Não tenho memória de uma coisa assim.
    Não se afasta voluntariamente?
    Quando é que lhe dão um chuto no traseiro?
    Ou têm medo dele?

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