segunda-feira, 28 de maio de 2012

O fim de um mito (2)


Em Dezembro de 2011, escrevia sobre o fim do mito que concede às  mulheres a chave para a construção de  uma sociedade mais justa. Os casos de Thatcher, Hillary, Sarah e  mais recentemente Merkel,demonstram que uma vez chegadas ao  poder as mulheres têm o mesmo comportamento dos homens.
O caso mais recente foi protagonizado pela presidente do FMI, Christine Lagarde, a quem nem sequer falta um farto bigode. Nem preciso de invocar as carteiras de 15 mil euros usadas pela presidente do FMI, para pôr em dúvida as suas pias declarações sobre as crianças do Níger. Uma mulher que fala assim sobre os gregos só pode ser um escroque
Resta-nos a satisfação de saber que no hemisfério sul existem mulheres como Dilma que contrariam a minha teoria. No entanto, por aquelas paragens, também há homens que se preocupam com os seus povos e se estão marimbando para os mercados. Pelo que reformulo a minha questão: o problema não é das mulheres, mas sim do local onde elas medram. A Europa está longe de ser um local onde as mulheres possam marcar a diferença. Mas isso já eu e muitos dos leitores do CR sabiam...

9 comentários:

  1. O que me irrita mesmo são as carteiras exorbitantes.

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  2. É uma idiota, pedante e antipática.
    Infelizmente, tem muito poder...

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  3. O poder e o dinheiro (haverá poder sem dinheiro?!) são tóxicos e nenhum dos dois géneros lhes está imune... Assim parece.

    Há exceções: Barack Obama - apenas um exemplo

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  4. Não gosto nada desta gaja. Qualquer dia ainda é apanhada num quarto de hotel a violar um pobre paquete que lhe vai levar uma garrafa de champanhe bem gelada.

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  5. Gro Harlem Brundtland? haverá outras. É a natureza do lugar que "escolhe" determinado perfil que tanto pode ser homem ou mulher. Pessoalmente sou contra a existência dessa "teoria", é tão sexista como outra qualquer...
    :))

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  6. Isto há biltres e indignos com estrogénios e com testosterona! Assim como há os honestos e honrados!
    A questão não é de género, é de princípios éticos...

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  7. Como o Carlos bem diz, deve estar muito preocupada com as criancinhas africanas, deve, mas não se inibe nada em usar roupa de grandes costureiros parisienses, que davam para alimentar pelo menos algumas das ditas durante uns meses... :P

    E sim, infelizmente não tem a ver com ser homem ou mulher. O poleiro acarreta arrogâncias várias, independentemente do sexo de quem o ocupa. E são poucas as exceções... :(

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  8. Quem vê géneros não vê corações. Também o disse lá no AEfetivamente algumas vezes e digo. :)

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  9. Precisamente porque se fala amiúde em quotas é que ainda dão mais nas vistas.

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