sábado, 12 de maio de 2012

Humor fim de semana



Dois leões fugiram do Jardim Zoológico.
Na fuga, cada um tomou um rumo diferente. Um dos leões foi para as matas e o outro foi para o centro da cidade. Procuraram os leões por todo o lado, mas ninguém os encontrou.

Depois de um mês, para surpresa geral, o leão que voltou foi justamente o que fugira para as matas. Voltou magro, faminto, alquebrado. Assim, o leão foi reconduzido a sua jaula.

Passaram-se oito meses e ninguém mais se lembrou do leão que fugira para o centro da cidade, quando um dia, o bicho foi recapturado. E voltou ao Jardim Zoológico gordo, sadio, vendendo saúde.
Mal ficaram juntos de novo, o leão que fugira para a floresta perguntou ao colega:

- Como é que conseguiste ficar na cidade esse tempo todo e ainda voltar com saúde? Eu, que fugi para a mata, tive que voltar, porque quase não encontrava o que comer ... !!!

O outro leão então explicou:
- Enchi-me de coragem e fui esconder-me numa repartição pública. Cada dia comia um funcionário e ninguém dava por falta dele.

- E por que voltaste então para cá? Tinham acabado os funcionários?

- Nada disso. Funcionário público é coisa que nunca se acaba. É que eu cometi um erro gravíssimo. Tinha comido o diretor geral, dois superintendentes, cinco adjuntos, três coordenadores, dez assessores, doze chefes de seção, quinze chefes de divisão, várias secretárias, dezenas de funcionários e ninguém deu por falta deles!

Mas, no dia em que eu comi o que servia o cafezinho... Estraguei tudo!!!

11 comentários:

  1. :) (apesar de já a conhecer :)

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  2. O homem do cafezinho é imprescindível. ;)

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  3. :)))
    Quem é que faz falta...quem é?

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  4. Sabe?, Carlos,

    No fim da minha carreira profissional, trabalhei um pouco na administração pública, o suficiente para considerar a sua anedota deslocada e injusta...

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  5. Esta anedota só confirma uma reportagem que vi na TV sobre a Grécia: funcionários públicos com cargos elevados nem precisam de aparecer na repartição, a não ser, para receber o ordenado.

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  6. Já mandaste esta ao Ken de Massamá?

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  7. Carlos
    Acho que há alguns exageros (uma anedota é sempre assim). Mas na verdade eu que sou um azarento do caraças, já passei por situações que me levam a ter medo do "funcionário publico" e da balda. Só lhe conto duas. Um dia parti um braço Logo o radio e o cubito só de uma vez. Cheguei ao hospital por volta da 11 horas. Só às 4 da tarde é que fui visto(e tratado) por um ortopedista, quando era suposto naquele dia dia estarem 3 de serviço. Se ninguem deu por falta deles, eu dei e de que maneira.
    2ª Um dia de Domingo fui brindado por um enfarte de miocárdio. Não havia disponível um cardiologista para me ver, ao ponto de me diaognosticarem uma crise de angustia e estarem para me mandar para casa se não fosse uma "cunha" que apareceu milagrosamente na altura, derradeir, Soube-o depois não aguentava mais 15 minutos. Este é um tema mais abrangente e não cabe num post. Se não até lhe contava a estória do meu Pai, que foi diagnosticado com uma infecção respiratória, foi tratado com soro para uma desidratação, morreu, mandaram-no entregar a outra família e só aí se viu que havia algo errado. Tão simples como uma troca de pulseiras com o nome errado no percurso.
    Se isto podia acontecer no privado? É claro que podia.
    Desculpe? Eu sei que era uma anedota e até já tinha lido...mas
    Abraço
    Rodrigo

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  8. Ah ah ah!
    Embora tenha de dizer que há bom e mau em todo o lado e que conheço muitas repartições e direções gerais onde o pessoal se farta de trabalhar!

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