sábado, 26 de maio de 2012

Biclas


Em Copenhague, cidade pobre, as pessoas andam de bicicleta nas ruas. Têm pistas próprias mas não  precisam de percursos alternativos, nem gradeamentos para os separar dos automóveis, porque cada um sabe cumprir o seu papel...

  Em Lisboa, cidade rica, não faltam  ciclovias, protegidas por gradeamentos ou blocos de cimento, para que os automóveis não invadam o espaço destinado às bicicletas. Só é pena estarem  neste estado...
 ... ou às moscas!

5 comentários:

  1. Conclusão?

    Antes da ciclovia
    há que tratar dos problemas
    da educação, civilização e cidadania

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  2. Sem carro, não há estatuto. Há pessoas que vivem para as aparências.

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  3. É que as bicicletas não deviam ser (apenas) entendidas para passear o fazer de desporto (de elevado risco), mas um médio de transporte eficaz, saudável e seguro. Eu uso-a assim e faz bem ao corpo e à mente (e por que não dizê-lo?, também à magra algibeira).

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  4. É isso e os parques - estou para postar breve breve breve sobre isso. Às moscas. Uma pena...e não se compreende.

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  5. Subescrevo o comentário de Sun lou Miou. As vias estão lá, só faltam enche-las de biclas e usufruir de um estilo de vida saudável e sustentável.

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