quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

O aviso de Berlim

7 comentários:

  1. Em resposta ao seu comentário:

    Tabu tem tido boas críticas, o Dieter Moor até falou nele como o filme favorito. Vamos lá ver no domingo.
    Na competição só houve 2 filmes: Este ano "Tabu" e há 12 anos "Glória" que foi um grande fiasco, sendo eu testemunha.

    Quanto aos novos identificadores de palavras não sei do que se trata e, se o Carlos começar a falhar a minha caixa de comentários, não falho eu na sua, para dar as minhas picadinhas!!!

    Estou mesmo muito curiosa em saber qual é o filme a que vai fazer referência.

    Não sei se o Carlos compreendeu a piada da gravata, de qualquer maneira, amanhã dê uma espreitadela no "ematejoca azul", mesmo sem deixar comentário.

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  2. A História repete-se tantas vezes... :)

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  3. Ematejoca:
    Se seguir o link, fica a saber qual é o filme...
    Ainda não viu os novos identificadores nas caixas de comentários? Uma seca!
    Claro que amanhã darei uma epreitadela

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  4. Claro que vi o link, Carlos, e o comentário que escrevi a dar a opinião da crítica alemã sobre esse filme, acaba de cair.

    Volto já!

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  5. O realizador francês Benoît Jacquot abriu a competição com "Les Adieux à la reine", sobre a vida na corte no início da Revolução Francesa.
    Segundo a critíca dos jornais alemães, o filme pouco se importa com o povo a morrer de fome ante-portas da Revolução Francesa, importa-se sim, com os problemas da rainha e da sua aia.
    A critíca escreve mesmo, que a interpretação e a cara bonita da Diana Krüger é a única coisa que se aproveita do filme.

    O meu outro comentário era muito mais detalhado, porque também me referia às frases que o Carlos gosta, frases essas, que nada dizem sobre a qualidade do filme.

    Aposto que este filme não ganha o Urso de Ouro!!!

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  6. O filme francês Adeus à Rainha, que abriu o Festival Internacional de Cinema de Berlim, mostrando os últimos dias da rainha Maria Antonieta, no Palácio de Versalhes, foi atacado sem dó nem piedade pela crítica alemã.
    Segunda a critíca neste filme só vale a pena ver a interpretação e a cara bonita da Diana Krüger.

    As duas frases, que nem considero antológicas:

    "O povo é uma matéria inflamável."

    "O povo não quer só pão quer também o poder."

    considero-as muito oportunas e actuais, pensando logo na Grécia.

    Compreendo a razão porque o Carlos escolheu este filme, no entanto, é um filme que só tem olhos para uma rainha, que não compreende as necessidades do seu povo, sendo a narradora da história, a aia que ama essa mesma rainha.

    Filme que não vai cativar nem o público, nem o júri da Berlinale, que prefere outro género de filmes políticos ou históricos.

    PS: Descobri ao fechar o portátil este meu comentário que julgava perdido.

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  7. De Berlim, eu sou como o Herman - é mais bolos (bolas, no caso!)

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