terça-feira, 22 de novembro de 2011

Natal entre amigos


Alberto João Jardim vai gastar três milhões de euros em festejos de Natal.
Eu sei que a época de Natal e Ano Novo é um cartaz turístico da Madeira mas, em época de crise, agravada pelos desmandos do soba madeirense ( e dos madeirenses, é bom dizê-lo- para que não sobrem dúvidas um dia destes vou contar aqui uma história ilustrativa sobre os "coitadinhos" dos madeirenses) que todos os portugueses estão a pagar, deveria haver alguma contenção.
Além disso devia haver decoro e isso AJJ manifestou mais uma vez não saber o que é. Depois de abrir um concurso público para os festejos, o líder madeirense anulou-o e entregou a empreitada a um amigalhaço, ex-deputado do PSD.
Excelentes exemplos em tempo de crise! Jardim gasta, o governo amoucha e pede aos portugueses do "contenente" que façam sacrifícios enquanto na Madeira se gasta à tripa forra e se continua a agir à revelia das mais elementares regras da transparência nos gastos dinheiros públcos.

Conclusão: não há crise que chegue à Madeira, nem ninguém capaz de impor alguma decência na transparência das contas públicas. O tuga idiota paga e, na impossibilidade de ir para a República Dominicana, Riviera Maya ou Brasil, enche aviões para festejar a chegada do Ano Novo na terra de quem o anda a chular há décadas. Cubanos e estúpidos. Chiça!

7 comentários:

  1. Carlos
    Havia um ditado, ou pergunta que se usava para classificar um acto abusivo, que se expressava mais ou menos assim "já chegámos à Madeira ou quê?"
    Pronto a partir de agora é esta a pergunta que vai andar na boca de toda a gente...
    Abraço

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  2. Ponna chiça nisso Carlos, estive para abordar o assunto, mas sou franca, já me falta a paciência para falar desses "coitadinhos"...

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  3. Incrível!!

    Uma vergonha, mas nada de novo sob o sol.

    E que é isto agora de um erro nas avaliação das contas/dívidas das Regiões?

    Bom dia, Carlos.

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  4. "No reino da Dinamarca algo está podre!" É só trocar o reino e está tudo dito!

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  5. Ele se pudesse desancorava a sua republica das bananas e partia oceano fora em cruzeiro. O homem não tem emenda e a gente que o ature!

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  6. ... e quem ganhou o "concurso" foi um compadre.

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  7. Tadinho do homem!

    Se ele gosta de folguedos, os madeirenses lhe dão corda e o Continente comparticipa, venha de lá o foguetório!

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