quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Não é irresponsabilidade, é afronta!

Depois de um período de recolhimento, Alberto João Jardim voltou ao activo. No dia da tomada de posse do governo regional da Madeira, decretou tolerância de ponto na parte da tarde. Não é irresponsabilidade, é afronta, mas Passos Coelho come e cala, incapaz de o meter na ordem. O PM faz-me lembrar aqueles tipos que batem na mulher mas, quando lhe aparece um homem pela frente, mete o rabinho entre as pernas.

4 comentários:

  1. E o Passos Coelho podia fazer o quê, Carlos?
    Isso também já é impplicância.
    Autonomia regional e parlamento regional.
    Fazer o quê??

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  2. Para já podia dizer quais serão as consequências que o JJ irá sofrer por ter dado um empurraozinho ao déficit e quais as medidas tomadas patra acabar com as benesses da Madeira. Não é implicância é mesmo sentido de justiça que parece que anda muito arredado deste país. Já agora se têm autonomia para desbaratar o erário público, porque não serem autónomos para pagar os seus desvarios?

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  3. Em vez de bombardear os leitores com postas de pescada, talvez o bloguer devesse explicar como é que o Coelho, ou outro PM qualquer, podia impedir o Jardim de fazer isto.

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  4. Olá, cá estou eu!
    Vamos ver se isto vai, ou se isto racha!

    O Alberto João Jardim é transversal a todos, desde 1976, ou lá o que é, querido CBO.

    Ele é o menino malcriado, que faz birras após birras, mas ninguém o cala, assim como muitos pais não conseguem calar os filhos.

    Porquê? Porque eles muitas vezes dizem, ou me dás, ou me deixas fazer aquilo que quero, ou eu vou contar que tu ... isto e isto e mais isto.

    Se existem pais-tiranos, ainda mais, nos nossos dias, existem "filhos-tiranos".

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