segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Da (falta de ) ética

Durante a campanha eleitoral, Passos Coelho disse umas mentiras e algumas barbaridades sobre o programa "Novas Oportunidades". O director da ANQ , como lhe competia, veio defender a sua dama e explicar ao então candidato que fora mal informado.

Esperar-se-ia que, chegado ao governo, PPC se informasse melhor e percebesse que as críticas às "Novas Oportunidades", bufadas por um "Espírito Santo de Orelha", eram injustas e sem fundamento. Pura ilusão. Terminada a comissão de serviço de António Capucha, PPC aproveitou para o despedir. Está no seu direito, mas a atitude revela o carácter mesquinho do Primeiro Ministro.

7 comentários:

  1. Pelos vistos também está em perigo o arranque dos Cursos de Formação de Adultos!
    Este Governo não quer mesmo que os portugueses que não tiveram hipóteses, por razões de vária ordem, de realizar uma escolaridade mais avançada, de o fazerem agora!

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  2. O conhecimento é poder.
    Um povo com fracas habilitações literárias é um povo que não “bule”... Será? Pergunta retórica e irónica, evidentemente....

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  3. Esse era o pensamento de Salazar, Catarina!
    Infelizmente deixou sementes! :-((

    Abraço

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  4. Quem preza pelo seu jardim, retira as ervas daninhas. O Salazar “aconteceu” há já muito tempo, Rosinha. Há que seguir em frente ... Bjos

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  5. E mais atitudes mesquinhas se seguirão.
    Da volta!!
    Beijo

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  6. Carlos, eu até tinha boa impressão do tipo e poderia ter votado nele, mas nos últimos tempos de campanha comecei a desconfiar e não votei. Chocou-me a forma como procurou ridicularizar algumas pessoas que o confrontavam, fosse por que razão fosse (e um exemplo foi precisamente como uma das pessoas do programa Novas Oportunidades). Acho cada vez mais que fiz bem em não votar: mesquinhez vê-se que há por ali, e muita, e depois temos o velho (na política) problema de mentir. E um mentiroso, já se sabe, é um mentiroso, independentemente da situação do país.

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