quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Late night wander (33)

Se Portugal fosse um tabuleiro de xadrez, estaria entusiasmado com este jogo táctico dos nossos políticos. O jogo psicológico das aberturas de Sócrates e Passos Coelho, a tentativa de xeque -mate ao BE, a desorientação de Paulo Portas perante a inesperada agressividade de Coelho, ou o roque de dama decidido por Jerónimo de Sousa, logo contrariado por Honório Novo, seriam movimentos que seguiria com todo o interesse. Mas como Portugal é um país e detesto fazer figura de pião sacrificado em função das estratégias de bispos, cavalos e reis momos, o que mais me apetece é mandá-los jogar crapô.

2 comentários:

  1. Nestes jogos somos todos lesados.
    No poder são sempre os mesmos e cada dia piores e mais gananciosos.

    Tanto os que estão no governo como aqueles que avidamente espreitam uma oportunidade para se meterem no topo da carreira.

    Já não se luta pelo bem público mas pelo bem estar pessoal e partidário.

    As batalhas no campo do xadrez move todos os capitais e compadrios....

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  2. Crapô é complicado demais! Uma bisca de 3, quando muito...

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