domingo, 22 de agosto de 2010

Imagens da nossa memória (22)


Como hoje é domingo e estamos a falar de tempos passados, aqui fica uma recomendação ao estilo da época. Enquanto ELES colam os cromos, ELAS podem comer os caramelos. Valeu? ( Ok, ok, não é preciso correrem-me à pedrada, tá?)
Imagem anterior: Revistas

7 comentários:

  1. Cá em casa quem cola os cromos sou eu; o "Kraut" come os caramelos!!!

    ResponderEliminar
  2. Desta não me lembro minimamente... :)

    ResponderEliminar
  3. Este era o meu tempo. Eu juntava o útil ao agradáve, comia os caramelos e colava os cromos, mas faltava sempre um.
    E parece que os guarda-redes não davam tantas fífias ou não havia tanta imprensa para relatar tais factos.

    ResponderEliminar
  4. Então deixo gentilmente os caramelos prá vc, Carlos...porque eu adoro colar cromos, qualquer que seja o tema!!!

    ResponderEliminar
  5. Naquele tempo (década de 60) as colecções de “bonecos da bola” chegavam aos pontos de venda, normalmente cafés e tabernas, com os cromos enrolados nos rebuçados (de fraca qualidade), embrulhados e acondicionados numa lata quadrada.

    Vinha a lata acompanhada de um cartaz onde estavam presos os diversos brindes da colecção: bolas de plástico de vários tamanhos, cadernetas para colar os bonecos, pentes e, como prémio principal, uma bola de couro como as que se jogavam a sério.

    Os brindes iam saindo a quem tinha a sorte de ter á volta do rebuçado, para além do cromo, uma senha com o número do brinde indicado. Os bonecos repetiam-se frequentemente e eram objecto de troca, negociação ou jogo entre a rapaziada. Os mais importantes – Eusébio, José Augusto, Coluna, Simões, Costa Pereira e os emblemas dos principais clubes – eram guardados religiosamente e, pelo seu valor, dava para serem trocados por quatro ou cinco dos outros.

    Depois os bonecos eram colados nas cadernetas, com cola e pincel e a caderneta era um motivo de orgulho para a quem a tinha quase cheia.
    Mas havia um boneco que só saía uma vez: era o número da lata ou número da bola e que trazia a senha que dava direito à bola de couro. Normalmente vinha colado no fundo da lata para sair só no fim, permitindo rentabilizar a venda do artigo.

    Era assim, há mais de quarenta anos.

    ResponderEliminar
  6. Como contei anteriormente, estes cromos trazem-me à memória o meu avô materno e o 120 escudos que gastou para me comprar aquela treta toda.
    Um daqueles episódios que nunca esqueceremos e que dão um nó na garganta cada vez os relembramos.

    ResponderEliminar
  7. 'O mais custoso' estava colado ao fundo da lata.

    ResponderEliminar