sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Amanhã em (quase) todo o mundo


Não acredito que haja algum leitor do CR que não conheça a história desta mulher mas, na eventualidade de isso acontecer, sugiro-vos que leiam aqui

7 comentários:

  1. A história bem conhecemos, mas gostei da forma como f. trouxe o assunto à baila.Infelizmente acho pouco provável que fundamentalistas dêem ouvidos aos nossos apelos.Daí que devemos mesmo é protestar contra tamanha falta de respeito pela vida humana.E a palavra lapidar me remete aos abusos cometidos na zona de extração de diamantes.

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  2. Estou de partida para férias, mas esta manifestação é importante demais, vou colocar o cartaz no FB, para divulgar.

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  3. Estamos perante a barbárie mais repelente, mais indigna, mais vil, que se apresenta sob a forma de aplicação de preceitos religiosos e, no fundo, apenas esconde uma percepção da realidade baseada na desigualdade em relação à mulher, atavismo do mais primitivo. Preconceito que se arrasta desde os primórdios dos humanos, onde prevalecia a força física para sobreviver. De intelecto castrado, exibindo perante o mundo a bestialidade dos seus preceitos, pretende a todo o custo apresentá-los como se de elevação moral se tratasse. E ainda vem reclamar de «assuntos internos do estado iraniano». A ser assim, ainda havia provavelmente escravatura.
    Não, ninguém pode ficar indiferente!
    Repugnante!

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  4. Não, ninguém pode ficar indiferente.
    Já coloquei o cartaz no meu blogue.
    Um abraço, Carlos, bom fim-de-semana.

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  5. A indiferença é o ópio dos criminosos.
    Assim, tal como o Carlos Albuquerque e se me permite, vou postar o cartaz no meu blogue.
    Abraço.

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  6. Consciente, mas impotente ... é assim que me sinto perante isto.

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  7. O ministério das Relações Exteriores do Irão informou há pouco que a decisão final sobre o destino de Sakineh Mohamadi Ashtiani ainda não foi tomada.
    O governo disse que a pena foi suspensa e que o veredicto está a ser examinado.

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