segunda-feira, 26 de novembro de 2007

Um polémica disparatada

O “Público” deu destaque de primeira página a uma análise demolidora de Vasco Pulido Valente ao livro de Miguel Sousa Tavares. Foi uma maneira diferente de tentar vender jornais, explorando o “voyeurismo” dos leitores, que adoram “lavagem de roupa suja”. Enfim... “O Público” está cada vez mais um “Publicozinho”.
No que concerne à polémica, ainda não li “Rio das Flores”, mas pelo que conheço da escrita de MST não posso deixar de ligar a crítica destruidora de VPV com a animosidade existente entre ambos. A adjectivação utilizada por VPV é um misto de “revanchismo” e mau porte. Gosto de ler ( espaçadamente...) as crónicas de VPV , mas prefiro MST- embora reconheça que, nos últimos tempos, a sua sobranceria lhe fique mal.
Nada justifica – em minha opinião – a subjectividade e até um certo rancor, patente nas críticas de VPV. Reconheço que pode ser um grande cronista, ( embora me irrite alguma tendência para a tomada de posições elitistas) mas parece-me pobre como ser humano. VPV gosta de se ver como dono da verdade e utiliza frequentemente as palavras como armas de arremesso para denegrir. Parece-me que foi o que aconteceu com esta critica a MST. Por isso, vou a correr comprar “Rio das Flores”. Estou-me nas tintas para as críticas do VPV.

2 comentários:

  1. Estou totalmente de acordo consigo. O VPV é um snob

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  2. Desconhecia essa polémica de que fala, mas quando li o artigo suspeitei logo que havia "gato escondido com o rabo de fora"....

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