terça-feira, 5 de junho de 2018

Os incêndios de que não se fala

Apesar do tempo quase invernoso,  durante  o mês de Maio, o número de ignições na floresta portuguesa  triplicou em relação a 2017.
Nesse mesmo mês morreram seis pessoas, vítimas das queimadas que atearam. 
Questões ambientais, aliadas à incúria congénita dos tugas,  explicam  a catástrofe que irá continuar a assolar o património florestal português, se medidas punitivas draconianas não forem tomadas urgentemente.

Reflexão em Dia Mundial do Ambiente

Vivemos a época de uma segunda revolução nos transportes. Não só em Portugal, mas um pouco por todo o mundo
Depois de o comboio ter sido votado ao desprezo, em detrimento do transporte de mercadorias por via rodoviária, assistimos à reabilitação do transporte ferroviário de pessoas e mercadorias;
Depois do endeusamento do automóvel  como veículo de transporte individual, começamos a expulsá-lo das cidades , criando espaço para bicicletas e peões e promovendo o transporte partilhado;
Depois de expulsarmos os eléctricos  e os trolleys das cidades, em nome da modernidade, enaltecemos as vantagens dos transportes de energias limpas e a sua recuperação é incentivada. Para   fins turísticos, mas  também para servir as populações locais. 
Teríamos poupado significativamente a saúde do planeta e a dos cidadãos, se em vez de ceder de forma fácil aos imperativos da economia e da modernidade, tivéssemos optado por  tornar mais sustentáveis os que já existiam.
Este "regresso ao passado"  na recuperação de comportamentos e modos de vida ancestrais,não se restringe aos transportes. Reflecte-se também num estilo de vida mais saudável e mais sustentável, combatendo o consumismo exacerbado que foram a regra nos últimos 50 anos.


Ouça um bom conselho

Na noite de domingo,um utente insurgia-se contra a greve da CP  e invectivava  Arménio Carlos, reclamando os 20 € que teria de gastar num taxi para regressar a casa
Com toda a calma do mundo, o líder da CGTP aconselhava o utente a pedir factura da despesa e apresentar  a conta à CP ou ao governo.
Trabalhadores do meu país: sigam o conselho do Arménio Carlos e entalem o governo!