segunda-feira, 14 de maio de 2018

Lisboa Desaparecida




Lembram-se do Hotel  Penta em Lisboa, entre a Praça de Espanha e a 2ª circular?  Foi um hotel de referência em Lisboa, muito frequentado noutros tempos. Agora mudou de nome. Chama-se  Marriott.

A canção dos bandidos




A primeira vez que vi/ ouvi a canção  de Israel achei aquilo uma palhaçada. Quando soube que era a principal favorita cheirou-me logo a esturro.
A vitória demonstra que a Eurovisão voltou a ser ( se é que alguma vez deixou de ser) um palco para jogos políticos.
No meio de algumas canções melosas , mas bonitas, só jogadas de bastidores podem justificar o triunfo de uma  mistura de sons robóticos sem qualquer musicalidade. A canção israelita é um aborto musical ao serviço de dois bandidos: Trump e Nethaniau
Perante a recusa da maioria dos países europeus em comparecer à fantochada da inauguração da embaixada dos EUA em Jerusalém, que viola  as normas internacionais e as deliberações unânimes da ONU, os bandidos jogaram uma nova cartada. A vitória da concorrente israelita determina que em 2019 o Eurofestival  se realize em Israel. Nethaniau não perderá a oportunidade de  mostrar ao mundo qual é a capital do país, realizando   o espectáculo em Jerusalém.  A reacção  dos países europeus participantes será determinante para contrariar os objectivos da dupla de assassinos Trump/ Benjamin. Se aceitarem ir a Jerusalém, estão a avalizar o reconhecimento da capital de Israel e a reconhecer a vitória de uma dupla de bandidos
Entretanto,  Israel continua a agir com toda a impunidade. Ataca a Síria e o Irão e  manda o exército disparar sobre  os palestinianos desarmados  que se manifestam na faixa de Gaza. Isso é legítima defesa?
Esqueçam a Coreia do Norte. A aliança israelo-americana, com o beneplácito da Arábia Saudita, é uma das maiores ameaças à paz mundial.  Que tenham conseguido manipular um festival de canções, garantindo a vitória de um espantalho robótico  a lançar uns grunhidos, é uma clara demonstração da sua força.

É obrigatório proibir (4)

Não sendo seguro que as radiações emitidas por antenas de telemóveis não sejam prejudiciais à saúde (existem estudos contraditórios sobre o assunto), é inegável que o uso de telemóveis se transformou numa praga. Eu não percebo qual foi a necessidade de criar condições para a utilização do telemóvel no metropolitano , mas sei já não é a primeira vez que de regresso a casa, fico a saber o que vai jantar a senhora que está sentada no lado oposto da carruagem ( posso não a ver... mas ouvi-la ouço concerteza), assisto a reprimendas de mães extremosas a filhas tresmalhadas, discussões entre casais, trocas de promessas de amor entre namorados. Não direi que a coisa mais desagradável do mundo é ser obrigado a ouvir pessoas aos gritos dentro do metro, na tentativa de se fazerem ouvir do outro lado, apenas porque há ainda algo que considero pior. Ou haverá coisa mais desagradável, do que estar a comer uma boa refeição, em agradável companhia, e na altura em que diz à companheira de circunstância "os seus olhos fazem-me lembrar as águas do Atlântico ao pé da Quinta da Marinha", ser interrompido pelo toque do telemóvel dela, deixando-lhe suspensa entre os lábios o resto da frase "... e se fossemos tomar um whiskey até lá casa?".
A inspiração vai-se num ápice e a consequência imediata é querermos puxar de um cigarro mas, infelizmente,escolhemos um restaurante para não fumadores...
Meus amigos, lá diz o ditado que "amor com amor se paga" por isso, se estou proibido de fumar em locais públicos, para não incomodar o próximo, exijo que os telemóveis também sejam proibidos nesses mesmos locais, para me evitarem incómodos e não estragarem a perspectiva de uma bela noite!