quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

Memórias em vinil (CCCXLI)

Mais um grande sucesso de Simon & Garfunkel.
Boa noite

Formação de professores: o método Trump




Donald Trump admite que é necessário reforçar as verbas para a formação de professores.
 Um dos objectivos é reduzir os atentados  nas escolas americanas ( desde o início do ano já se registaram 18), pelo que Trump considera uma boa ideia armar os professores, e dar-lhes formação adequada no seu manuseamento, de forma a poderem ripostar aos alunos.
Mais surpreendente, é que a ideia tenha sido lançada e apoiada por alguns pais.
Suspeito, por isso, que nesta América de regresso ao Velho Oeste, passe a fazer parte da formação dos profs americanos um módulo " Como se tornar um bom matador para defender os seus alunos".
Quando começará a próxima guerra civil americana?

Sissi: era uma vez em Berlim...




Vou lendo que este ano a Berlinale não tem sido palco para grandes filmes. Como, salvo raras excepções, confio cada vez menos na opinião dos críticos de cinema da nossa praça, fico a aguardar com grande expectativa a estreia em Portugal de " 3 Tage in Quiberon".
É mais um filme biográfico, género muito em voga nos últimos tempos. Neste caso a biografada é Romy Schneider mas, ao contrário da maioria das biografias,  "3 Tage in Quiberon" não relata a vida integral da  belíssima actriz alemã de nascimento, mas francesa de coração, que se celebrizou numa série de filmes sobre a imperatriz Sissi e se tornou musa de uma parte substancial da minha geração. 
Seremos por isso poupados aos episódios trágicos e "escandalosos" que Romy Schneider protagonizou ao longo da sua vida. Quem não tiver vivido no tempo da actriz, Romy Schneider, provavelmente nunca se aperceberá que ela  bebia para se sentir alegre e feliz, que viu o marido suicidar-se e teve de enfrentar a morte do filho, com apenas 14 anos.
O filme desenrola-se ao longo de apenas  três dias numa estância termal da Bretanha onde a actriz estava a fazer um tratamento de desintoxicação. Diz  quem  viu o filme, que aqueles foram dias felizes. Contrastantes com a vida angustiada de Romy (Sissi) Schneider, interrompida aos 43 anos.