terça-feira, 5 de junho de 2018

Os incêndios de que não se fala

Apesar do tempo quase invernoso,  durante  o mês de Maio, o número de ignições na floresta portuguesa  triplicou em relação a 2017.
Nesse mesmo mês morreram seis pessoas, vítimas das queimadas que atearam. 
Questões ambientais, aliadas à incúria congénita dos tugas,  explicam  a catástrofe que irá continuar a assolar o património florestal português, se medidas punitivas draconianas não forem tomadas urgentemente.

11 comentários:

  1. E os 75 incendiários presos, de que ninguém fala?!

    ResponderEliminar
  2. Agora já percebi o comentário deixado no meu blogue.
    Nunca mais mudamos, porra! :(

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. A resistência à mudança faz parte do ADN tuga, Pedro. Ainda por cima os nosso Brandos Costumes são um excelente combustível para alimentar essa resistência

      Eliminar
  3. Também alarmei com esse dado. Se o verão ainda nem começou e a primavera vai tão fresca que nem se parece com ela...

    ResponderEliminar
  4. Será que as ignições foram todas em "floresta" ? Não houve nenhumas em terrenos agricolas ? Quantas correspondem a queimas de sobrantes e quantas a queimadas em matos ? Destas todas, quantas se enquadram em acções de "limpesa" ? Será que vexas sabem do que falam ? Duvido.

    MR

    ResponderEliminar
  5. Haverá coragem para aplicar essas medidas?
    Que interesses existem para além do que seria adequado?

    ResponderEliminar
  6. A partir de AGORA DEIXARÁ DE HAVER PASTO PARA O GADO e árvores para dar sombra. estou à espera da multa que me há.de ser aplicada duma árvore centenária que dava sombra à minha casa, nos escaldantes verões algarvios, pois não a mandei abater e pelos vistos todas as árvores da região teriam de ser abatidas pois as copas não distam 10 metros umas das outras. lá se vão os pomares, as boas azeitonas algarvias pois quem legisla em gabinetes não sabem o que está a fazer. Só um esclarecimento: naquelas zonas e arredores de Klms. nunca houve um incêndio.

    ResponderEliminar