sexta-feira, 8 de junho de 2018

Não desesperem...

Para quem anda desesperado com o desaparecimento do Verão, recupero este post que publiquei no dia 23 de Junho de 2014 no crónicas on the rocks




Dão-se Alvíssaras

A quem der indicações sobre o paradeiro do Verão.
Devia ter chegado a Portugal no sábado, mas ainda não deu sinais de vida. Uma brisa morna, soprando entre os pingos de chuva, indicia que deve andar  perdido por aí, sem conseguir encontrar um país que também já não se reconhece a si próprio.
Quatro anos depois, acrescento que em Julho desse ano passei 12 dias em Itália e só apanhei um dia de sol em Veneza e meio dia em Siena e Verona.
Este ano, de acordo com as têmporas, o Verão vai ser curto e fraco. com excepção de algumas zonas do Algarve 

Em tempo: neste  Junho de 2018, nem sequer a brisa morna nos aquece a alma

5 comentários:

  1. Quando vier que venha em grande estilo.
    Ou seja, com sol e temperaturas agradáveis.
    Nada de excessos!

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    1. Palpita-me que virá curto e com temperaturas excessivas e humidade muito baixa, António. Espero enganar-me...mas as temperaturas e humidade com valores extremos é uma das características das alterações climáticas

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  2. Mas ainda estamos na Primavera! Eu penso que até dia 21 Junho isto melhore.☺

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    1. Uma outra Teresa escreveu aqui o que eu queria escrever.

      Calma, Carlos, até à entrada do Verão muita aguá há-de correr...

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  3. Que este tempo se prolongue por muito tempo. Haverá menos incêndios, gastaremos muito menos água, pouparemos energia nas ventoinhas e no ar condicionado e até nas consultas aos hospitais, por insolações e falta de ar. não gastarei tanta água nem perderei tanto tempo a regar o jardim. São só vantagens. Que se lixe o turismo de caca. felizmente que a partir de 21 de Junho os dias começam a diminuir. A humidade baixa e o vento são sempre um problema. Com o ar seco nem consigo respirar. As pessoas precisam é de ar livre e de se mexerem. O sol de agora faz mal a toda a gente. Até incomoda a visão. Ontem fartei-me de me movimentar para aproveitar toda água da chuva que caía dos goteiras.

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