quinta-feira, 26 de abril de 2018

Quem tem medo dos cravos de Abril?



Todos conhecemos um tipo de Boliqueime que  se dizia bem enquadrado e confortável no regime do Estado Novo, mas depois do 25 de Abril também não se deu nada mal. Subiu "a pulso"  às cavalitas de um grupo de ladrões e corruptos. Quando chegou a PR não traiu os amigos nem renegou as origens, por isso no dia 25 de Abril ia para a AR sem cravo vermelho. 
Agora temos um PR, filho  de um ministro que foi um dos maiores entusiastas do Estado Novo e fervoroso apoiante de Salazar que diz ser democrata, mas quando vai à AR comemorar o 25 de Abril leva, envergonhadamente, um cravo na mão.
Quando voltaremos a ter um PR que ostente, orgulhosamente, um cravo na lapela?

5 comentários:

  1. Desculpe mas até gostei que o PR levasse o cravo na mão. É diferente e tem outra simbologia. Os cravos são flores, enfeitam onde quer que estejam, nas armas, na lapela, na mão, atrás da orelha, presos no cabelo. E onde mais a criatividade individual determine. É preciso é que existam e não sejam "para inglês ver".

    ResponderEliminar
  2. Cada vez é mais difícil um Homem usar um cravo na lapela. Como +e quase impossível hoje encontrar um cavalheiro que transporte um lenço para limpar um lágrima e um senhora. A lapela tem muita simbologia. Uma coisa que sempre aspirei foi ficar com o relógio que o meu avô materno usava na lapela. Ainda o tenho porque ninguém quis saber dele, porque não devia ter muito valor e a minha mãe
    ficou com ele para mim.
    Porque será que eu misturo sempre alhos com bugalhos?

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Parece-me que o relógio não se usava na lapela mas sim no bolso do colete e preso por um cordão. Era assim que um dos meus avós usava e os da geração dele e anteriores no século XIX

      Eliminar