quarta-feira, 21 de março de 2018

O caminho para a Felicidade (só para adultos)





A Primavera chegou hoje, a meio da tarde. Para assinalar esse momento sempre ansiosamente esperado, planeei divulgar aqui um pequeno filme sobre a Felicidade.

Estranhamente,  apesar de não se tratar de um filme de auto ajuda, o You Tube estabelece restrições de idade a este vídeo que nos indica o caminho para  chegar às Felicidade. Por esse motivo, não consegui reproduzi-lo aqui directamente
Como  me parece que este pequeno filme de Steve Cuts é imperdível, recorri a outra via para o mostrar aos leitores do CR.
Antes de vos começar a contar alguns truques utilizados pelas empresas para enganar os consumidores, sugiro-vos que vejam esta curta metragem ( 4m) porque, no fundo, a culpa de sermos apanhados nas ratoeiras que nos impedem de conhecer a prometida Felicidade Suprema, também é nossa.

12 comentários:

  1. Espectacular! É triste ver o quotidiano da vida da maioria de nós, retratado com tanta crueza e a mais pura realidade.
    Felicidade Suprema? Isso existe?

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  2. Magnifico video da mais pura e triste realidade!
    Não conhecia. Obrigado Carlos pela partilha.

    Beijinho

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  3. Admirável mundo novo! Será que eu tenho cara de velha? A mim o youtube não me colocou restrições. Não sei porquê agora lembrei-me duma imagem em que uma artista, penso que era a Annie Girardot, no princípio dos anos setenta, vai a uns saldos, e ficou sem a roupa dela que tinha despido para provar o que queria comprar. Os artistas sempre foram pioneiros no pensamento.

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    1. Também já me aconteceu e não foi nos saldos:). Quando dei por isso uma senhora já experimentava o meu casaco:). Fiquei contente, era uma pessoa com gosto semelhante.

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    2. Uma situação bastante comum, diga-se em abono da verdade, Anfitrite e Bea

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    3. O vídeo está visível, o que não se consegue é importá-lo, Anfitrite

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  4. Fantástica curta!!
    Que faz lembrar Dalai Lama - gastar a saúde para ganhar dinheiro para depois gastar o dinheiro para recuperar a saúde.

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    1. Usava muito esse exemplo do Dalai Lama nas minhas palestras consumeristas, Pedro

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  5. É tudo verdade, mas actualmente não se vive de outro modo. Muito de nós é o meio que engendra e não sabemos contrariar esta onda que nos coube viver. A morte é absurda, mas a vida também. E no entanto é tão bonita e por vezes agradável de ser vivida. Apetece como um gomo, dizia o poeta acerca de uma mulher que também podia chamar-se vida.

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    1. Felizmente consigo viver de outro modo, Bea. Os jovens costumam dizer que sou um millenial, porque gosto de fruir experiências, mas não a posse.

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