sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

A justiça quer fazer de nós parvos?


No mesmo dia, ouvimos o MP fazer "mea culpa" pela actuação no caso Centeno, alegando que " não podia ignorar as notícias dos jornais"  e o CSM dizer que não podia suspender os juízes Rangel e Galante, porque " não tem conhecimento das buscas"  ( apesar de, obrigatoriamente, as buscas terem sido acompanhadas por juízes e terem sido tão amplamente noticiadas pelos jornais, que antes de  começarem as buscas em casa de Rui Rangel, já lá estavam jornalistas da Sábado).
Já chega de fazer de nós parvos, porra!

4 comentários:

  1. Já chega?

    Pois eu tenho a secreta suspeita que está a piorar com o tempo, de tal maneira que o que antes se fazia pela calada, agora faz-se à cara podre!
    E daqui para a frente só vai piorar...

    Abraço :)

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  2. Quem teria sido a fonte informativa da 'Sábado'?

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  3. Até onde vai chegar esta ideia de impunidade que enche a cabeça de tanta gente? Até onde o poder embriaga e transtorna os comportamentos? Haverá ainda fronteira entre o legal, o ilícito, o ético e o crime??????

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  4. A justiça é a primeira a duvidar de si própria.

    As fugas de informação seleccionadas são um meio de fazer justiça na praça pública.
    Queimam em lume brando cidadãos e instituições, que julgam serem culpados, por duvidarem da sua própria justiça.

    O princípio é o de "podemos não te apanhar mas já não vais a lado nenhum".

    O sistema de justiça é um dos que mais mal funciona em Portugal. Muita gente o diz e mais gente o acha.

    Foi o único sistema/instituição que não sofreu qualquer alteração no 25 de Abril. E nunca esqueceram o seu anterior amo. Com quem se sentiam mais confortáveis.

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