segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Memórias em vinil (CCLXXXIX)

Continuo  com música brasileira recordando Simone. Em Outubro esteve no Casino do Estoril, mas esta canção não foi incluída no reportório. Uma pena.
Boa noite e boa semana

Confiemos na justiça...de Bruxelas

Depois dos submarinos, as avionetas. A justiça europeia condena, mas a portuguesa absolve.
A justiça portuguesa, porém,  está em boas mãos. Por cá, os corruptos de direita ou são ilibados, ou não se encontram provas para os condenar, ou os processos prescrevem.
Eu acredito que a justiça portuguesa não seja cega. É apenas daltónica.
Sugiro aos leitores com estômago resistente que sigam o link, leiam atentamente e tirem as vossas conclusões. 

Marimbando!

Em relação ao jantar do Panteão Nacional,  só queria acrescentar que me estou marimbando para a realização de jantares naquele local, por isso não me interessa saber se já lá foram realizados outros.  Desde que mandaram para o Panteão um futebolista, fiquei a conhecer melhor os valores e princípios de  alguns  governantes.
O que eu não suporto é este constante passa culpas e a falta de coragem para demitir uma senhora que já deu provas de ser absolutamente incapaz para desempenhar o cargo.
Só que gente incompetente, sem curriculo nem perfil para dirigir organismos da Administração Pública, é o que mais se vê por aí. E isso, infelizmente, nunca vai acabar porque é preciso satisfazer clientelas. 

Que raio de escolha, professor!

Marcelo Rebelo de Sousa deve padecer  de astenia outonal. Só isso explica que tenha nomeado Maria Cavaca "Madrinha dos portugueses".
Quero esclarecer o sr Presidente que não gosto da escolha, porque os meus pais escolheram para minha madrinha uma pessoa culta, honesta e, sobretudo com muita classe que não gostaria de partilhar com a D. Maria a incumbência de me amadrinhar.
Espero que MRS se abstenha de nomear um padrinho para os portugueses. Para mim já é bastante penoso saber que andam por aí muitos mafiosos à solta.