segunda-feira, 6 de novembro de 2017

Memórias em vinil (CCLXXXIII)




Neste início de semana volto ao romantismo com Anita Harris. Boa noite e boa semana!

Pero que las hay, las hay..

Há quem continue a negar as alterações climáticas e o seu impacto em fenómenos meteorológicos extremos, como furacões, cheias  e incêndios.

A importância do ponto de cruz




Ainda sou do tempo em que as meninas aprendiam a bordar em ponto de cruz.
À época não via a  utilidade daquilo, mas nos últimos tempos percebi que as nossas Mães e Avós eram mulheres de visão. Elas sabiam que as suas filhas e netas haviam de chegar ao poder e a aprendizagem do ponto de cruz lhes seria muito útil para assinar documentos importantes.
Primeiro, foi a ministra Assunção Cristas que reconheceu ter assinado de cruz, SEM LER, uma lei que roubou as poupanças de milhares de portugueses que tinham o seu dinheiro no BES.
Justificação da ministra numa entrevista:
- Eu estava em férias e há-de compreender que não ia ler o diploma. Confiei na minha colega de governo ( NE: Maria Luís Albuquerque)
Recentemente, foi uma juíza  ( Luísa Arantes) a reconhecer que  assinou de cruz,   uma sentença escrita por um seu colega, que ilibava o agressor de uma mulher.
Justificação da juíza:
Li na diagonal, porque confiei no meu colega.
Abençoado seja o ensino do ponto de cruz, porque tornou as mulheres mais confiantes nos seus colegas de trabalho. Estas, provavelmente, nunca se queixarão de terem sido vítimas de assédio sexual.

Duas propostas de reflexão para esta semana


1- Há presos políticos em  Espanha e a UE continua a dizer que o problema da Catalunha não é um problema da Europa?

2- Os ataques de Nova Iorque e do Texas foram uma excelente notícia para Trump. Mantêm jornalistas e redes sociais afastados da acusação  de traição à América que impende sobre alguns dos seus colaboradores mais próximos. 
Boa semana!