sexta-feira, 27 de outubro de 2017

Memórias em vinil (CCLXXV)

Para começar bem o fim de semana
Boa noite!

Mudam os tempos...

...mas continuam as coincidências
Há 102 anos nascia  a minha Mãe, falecida no final de setembro de 2015, a um mês de fazer 100 anos.
Há dois anos estava no bloco operatório, onde me retalharam durante mais de seis horas.
Hoje estive na praia e, além de comer um belo gelado, cometi a rara proeza de tomar um banho durante mais de meia hora. Nas mesmas águas onde, há uns anos, mal conseguia molhar os pés.
Mais ainda do que a alta temperatura (finjo que estou a viver um Verão de S.Martinho prolongado) espanta-me a temperatura da água que em nada fica a dever às de Marbella.
É bom mas, acima de tudo, muito preocupante. É que nesta matéria não há coincidências, apenas a confirmação do que está previsto há décadas sobre as alterações climáticas. Os ambientalistas cépticos, obviamente, continuarão a negar a evidência. Problema deles. É que a realidade não engana.
Há 100 anos ( pelo calendário Juliano) eclodia a Revolução Russa e emergia o poder dos Sovietes. Hoje  a Catalunha declarou a independência e em Portugal emergiu o poder dos sorvetes ( a piada não é minha. Foi adaptada de algo que li no FB).
Tenham um bom fim-de-semana.

As matreirices de Marcelo e a falta de pudor

Quando há dias escrevia sobre as  Matreirices de Marcelo, era a isto que me referia.
No entanto, o empolamento desta situação pela comunicação social  é verdadeiramente vampiresco. 
Ontem, no TJ, pareceu-me ver um fio de sangue a escorrer da boca de Rodrigues dos Santos quando dizia (sem qualquer fundamento, como o desenvolvimento da notícia demonstrava) que PR  e PM tinham entrado em choque.
Há jornalistas que adoram ser profetas da desgraca e detestam dar boas notícias sobre o país. Outros, como JRS, adoram apimentar as notícias com uma pitada de ficção extraída dos seus livros.
E ontem até havia excelentes notícias para abrir o TJ. Como a acentuada descida da despesa e da dívida. Mas isso não interessa nada aos vampiros com carteira de jornalistas.

Afinal quem é o incendiário?

Já tinha sido condenado com pena suspensa, em 2012, por andar a atear fogos.
Este ano, só num mês, ateou  5 fogos, mas o juiz continua a acreditar que o homem se pode curar, por isso, voltou a suspender-lhe a pena.
O IPMA e a Protecção Civil avisam que as condições atmosféricas e climáticas serão favoráveis  à propagação de incêndios.