terça-feira, 11 de julho de 2017

Memórias em vinil (CLXXXII)

Boa noite! Hoje, especialmente para todas as mulheres enamoradas

PCP quer funcionários públicos à força?

Por exigência do PCP e do BE, o  governo aceitou ( e bem) integrar nos quadros da função pública os trabalhadores precários.
Trata-se de reparar a "fraude" de  manter ( por vezes durante anos)   trabalhadores alegadamente temporários, a exercer funções com carácter permanente.
Para reparar a injustiça o governo fez  uma lei(  aprovada na AR) que  estabelece algumas regras para a integração e faz depender a sua confirmação de um requerimento feito pelos próprios e a análise por uma comissão paritária.
O prazo para os interessados fazerem o requerimento terminou no dia 30 de Junho, constatando-se que o número de trabalhadores que requereram a sua integração nos quadros da administração pública foi muito inferior ao expectável.
Não vou aqui enumerar algumas das razões para o desfazamento entre o número de trabalhadores precários e os requerimentos apresentados mas devo dizer que não fiquei muito surpreendido, porque conheço  casos de pessoas  que,  por trabalharem em regime de outsourcing ou, simplesmente, por não quererem  ter um vínculo ao Estado, não apresentaram o requerimento.
Parece-me por isso surpreendente que o PCP venha agora exigir que todos os trabalhadores precários, mesmo os que não requereram a sua integração, sejam integrados na função pública.
Já me custa aceitar que o PCP queira impor a integração na função pública de pessoas que não querem criar esse vínculo, mas ainda mais preocupante é ver o PCP desejar que trabalhadores que não se deram ao trabalho de fazer um requerimento, se tornem funcionários públicos à força.

Trump troçou da Europa e os líderes europeus sorriram...

Esta noite, enquanto passava os olhos pela imprensa internacional, soube que Ivanka Trump, filha do aparvalhado presidente americano se sentou na cadeira do pai durante duas reuniões do G-20, enquanto Trump devia andar a apalpar o rabo de algumas funcionárias do apoio.
Há duas notas a registar neste episódio:
- O nepotismo chegou à Casa Branca
- Os lideres europeus são fracos com os fortes e a Europa vai pagar um elevado preço por isso.