terça-feira, 11 de abril de 2017

Memórias em vinil (CIV)


Poucas vezes lembrada, Mariane Faithfull teve uma carreira de sucesso até ao momento em que se separou de  Mick Jaegger  e se deixou apanhar pelas drogas.
A partir daí tornou-se uma cantora/actriz intermitente.
Nesta primeira aparição nas Memórias em vinil, recordo o seu primeiro grande sucesso em 1964 com "As tears go by", tema composto por Mick Jaegger e Keith Richards.
Boa noite!

Anda comigo ver os aviões




Há uns anos, quando Sócrates avançou com a ideia de construir um novo aeroporto, a blogosfera incendiou-se em discussões sobre  a sua localização ( OTA ou o deserto da margem sul)  e a indignação com o  despesismo que seria a construção de um novo aeroporto de raiz.
A ideia foi abandonada por razões sobejamente conhecidas.
Com o decorrer dos anos e o aumento explosivo do turismo, o aeroporto da Portela tornou-se demasiado pequeno e a necessidade de encontrar uma alternativa inadiável.
O actual governo reconhece  não haver dinheiro para construir um novo aeroporto, mas sabe que já não há tempo para adiar e, assim, optou por aproveitar a BA do Montijo para criar um novo espaço para as companhias aéreas.
Tanto bastou  para   gente que há anos se opunha de forma determinada à construção de um novo aeroporto,sair da toca para  protestar contra a solução encontrada e defender agora o que rejeitava há meia dúzia de anos: a construção de um  novo aeroporto.
Eu não percebo nada de aeroportos,  mas há muito tempo que reclamo o encerramento da Portela e a criação de um novo aeroporto. Posso estar errado mas, pelo menos, mantenho a coerência. Só não saio a defendê-la porque sou coerente até ao fim e continuo a dizer que o encerramento da Portela e construção de um  novo aeroporto- apesar de ser a solução ideal- é inviável, por agora, por falta de dinheiro. Ora lá diz o "pípal" que "quem não tem dinheiro não tem vícios, por isso avance-se para o Montijo. E rapidamente, para não acontecer com o aeroporto, o mesmo que aconteceu com a construção de uma bateria de costa na Pedra de Sal ( S. Pedro do Estoril).
A discussão sobre a necessidade de montar a bateria para proteger a nossa costa de ataques militares foi tanta, que quando Salazar anuiu já o dia D estava programado e a bateria só foi montada depois de a guerra terminar.

Mãe há só uma? Que pena!


Os distúrbios de estudantes portugueses em Espanha já são tão banais, que eu  nem pensava escrever uma frase sobre o assunto. 
Esta manhã, porém, soube através de uma estudante que lá esteve que muitos daqueles estudantes passaram a semana inteira bêbados, apesar de o hotel ter cortado o bar  aberto ao segundo dia.
A primeira pergunta que fiz foi:
- Mas  qual é o hotel que aceita receber 1000 estudantes, finalistas do ensino secundário, prometendo bar aberto?
Só encontro duas hipóteses. Ou o hotel agiu com reserva mental e nunca pensou satisfazer essa exigência, ou o operador turístico engrominou os estudantes garantindo uma regalia que não tinha acordado com o hotel. A primeira hipótese parece-me a mais provável. Ao fim de tantos anos, os hoteleiros espanhóis aprenderam a ganhar dinheiro com os jovens tugas.
Mas nada disto tem importância, depois de ver as declarações à TVI desta Mãe  de um aluno, para justificar os excessos:
 Tenho pena de mães que falam assim mas tenho ainda mais dos filhos, porque não podem trocar de Mãe.