sexta-feira, 17 de março de 2017

Memórias em vinil (85)


Depois de uma semana cheia de canções fortes, deixo-vos uma coisa mais ligeirinha para o fim de semana.
Boa noite!

Estranha forma de vida...

Ou,no mínimo, estranha forma de praticar a igualdade de género.

Ryanair voa mas... baixinho!



" É só pegar em duas shotguns e o problema dos pássaros resolve-se".
( Michael O' Leary, presidente da Ryanair sobre os impactos ambientais do aeroporto do Montijo)

Eu nunca voei na Ryanair e nunca o farei, salvo se for a única forma de evitar uma tragédia na minha vida. Por uma questão ética, mas também para salvaguardarem o futuro dos filhos, os consumidores deveriam boicotar a Ryanair. Uma empresa que faz chacota com as questões ambientais não pode ser séria.
Andar sempre na boca com a expressão " faço isto pelos meus filhos" é muito bonito, mas é preciso ser coerente e perceber que não é com empresas que põem em causa o futuro do planeta, para garantir o sucesso dos seus negócios, que as gerações vindouras têm assegurado um futuro risonho.

Dêem-lhe os comprimidos, please


Nas últimas semanas, as únicas intervenções desta senhora na AR foram para pedir certidões. Já seria demasiado pouco para justificar o vencimento. Mas o pior não é isso. O pior é o sentimento de pena que nos assalta quando ouvimos isto.
Esta mulher foi ministra, não tinha necessidade de se submeter a este  enxovalho, só para agradar ao chefe. Todo o país sabe que o PSD é, hoje em dia, um hospício de desequilibrados. 
Expresso por isso a minha disponibilidade  para assinar uma petição pedindo que deixem sair esta pobre de espírito com dignidade.