segunda-feira, 13 de março de 2017

Memórias em vinil (81)


Não comprei o primeiro álbum dos Velvet Underground quando ele saiu em 1967. Fez ontem 50 anos. À época ainda não tinha sido tocado por estas sonoridades. Só anos mais tarde, no mercado de Portobello, ao ver o disco, com capa de Andy Wafhol,  decidi comprá-lo. Passei o fim de semana a ouvi-lo e tornei-me fã.

E eles...PIMBA!

Miguel Albuquerque, sucessor de Alberto João Jardim e amigo do peito de Pedro Passos Coelho, vai  dar o nome de Cristiano Ronaldo ao aeroporto da Madeira.
Fica assim demonstrado que Miguel Albuquerque é um Jardim de gravata e que temos muita sorte por Passos Coelho já não ser pm, caso contrário teria baptizado o aeroporto da Portela  Eusébio da Silva Ferreira, em vez de Humberto Delgado.

Tirem-lhes o vinho e dêem-lhes os comprimidos

Há dias, assisti a um espectáculo degradante: no plenário da AR, Passos Coelho pretendeu imitar um esquizofrénico em estado de privação, desatou a insultar António Costa e a acusá-lo de não respeitar as instituições. Fiquei preocupado. Não pelo que PPC disse, mas pelos tiques que acompanharam o seu discurso. Fez-me lembrar um bêbado a querer dar nas vistas no meio de uma sala onde se discutiam coisas sérias.
Só que há coisas bem piores. Como, por exemplo, ver um grupo de psicopatas, acolitados por um jornalista avençado, neste estado de degradação cerebral deprimente

Tenham medo. Muito medo!



Sempre me manifestei contra a entrada da Turquia na UE.
Sempre disse que pagar a Erdogan para esconder os refugiados debaixo do tapete e os impedir de entrar na Europa ia acabar mal.
Reforcei as minhas convicções depois daquela efabulação de Erdogan sobre um golpe de estado na Turquia que toda a Europa se apressou a condenar, apesar de toda a gente saber que aquilo não passou de uma encenação.
No último fim de semana as relações entre a Turquia e a Holanda entraram em ruptura, enquanto o mal estar entre Erdogan e Merkel continua a aumentar.
Neste momento já toda a gente deve ter percebido por que razão Putin e Erdogan, que há um ano eram inimigos de estimação, se tornaram amigos e, em apenas seis meses, já se reuniram quatro vezes, em todas elas tendo jurado amizade mútua e assinado tratados de cooperação.