quarta-feira, 8 de novembro de 2017

Memórias em vinil (CCLXXXV)


E com esta arrepiante interpretação de Freddie Mercury e Monserrat Cabellé me despeço por hoje. Boa noite!

6 comentários:

  1. A cantar uma Barcelona hoje em dia em grande agitação política

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  2. Estas interpretações são uma obra-prima. Mercury é insubstituível. Devia ter esperado mais uns anos para adoecer...

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  3. Somos todos insubstituíveis, Anphy. Mas uns mais que outros. Talvez Freddie nunca tenha pensado ser tão insubstituível para tanta gente. O que, de toda a maneira, não altera a realidade.

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  4. Quem vive com esta força não pode viver muito.Depressa se consome. Ou a pressa o consome. Mas a vida tem seus mecanismos de compensação. Talvez em poucos anos tenha vivido o que outros não vivem em muitos. A plenitude não segue sempre os mesmos caminhos.

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    1. É verdade, Bea. Acho que a maioria nunca chega ao que chamamos de plenitude. O seu mundo será sempre pequenino. Embora sem comparação Marilyn nunca se teria transformado no ícone que se transformou se tivesse morrido velha e caquética.

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  5. Esta canção não seria a mesma se interpretada por outros cantores que não Frediie Mercury e Montserrat Caballé.
    E com isto digo tudo.

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