segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Porto: a guerra das rosas

No tempo de Sócrates, o PS Porto  era um covil de intrigas e jogadas políticas do mais baixo calibre.
Com a ascensão de Seguro à liderança, o panorama não se alterou muito. A diferença é que o PS quase desapareceu de cena.
Em Maio , a cinco meses das autárquicas, Rui Moreira cedeu aos centristas que o apoiam, inventou uma cabala e um pretexto para rejeitar o apoio do PS à sua candidatura.
Manuel Pizarro não virou a cara à luta. Deu o corpo às balas e avançou para uma candidatura com poucas hipóteses de sucesso. Com a campanha preparada em cima do joelho, conseguiu reforçar a votação do PS na maioria dos concelhos, reconquistar Felgueiras e Matosinhos e vencer em  Marco de Canavezes.
Os seguristas e socráticos do PS Porto ficaram desiludidos com os resultados e, saudosos dos tempos de Renato Sampaio, Manuel dos Santos e o grupo do Barril, pretendem desenvencilhar-se de Pizarro. Um regresso ao passado que a maioria dos simpatizantes socialistas do Porto provavelmente não apoia.

2 comentários:

  1. Este último período está incompleto. parece-me:"um regresso ao passado que a maioria dos simpatizantes socialistas do Porto."

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  2. o gato comeu o final da frase, Victor. Obrigado pela sua chamada de atenção.Vou corrigir.

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