domingo, 22 de outubro de 2017

Emprenhar pelos ouvidos é isto!

Semanas depois do desaparecimento de armas em Tancos,o ministro Azeredo Lopes deu uma entrevista e teve a ousadia de afirmar que, no limite, se poderia  colocar a hipótese de nem ter havido roubo.
Provavelmente prevendo que as suas palavras poderiam ser mal interpretadas, Azeredo Lopes perguntou se se tinha feito entender.
Eu, que ouvi a entrevista,  nunca tive dúvidas do que ele queria dizer, mas logo houve uns canalhas com carteira de jornalistas que deturparam as palavras de Azeredo Lopes e transmitiram para a opinião pública a ideia de que teria dito que, se calhar, não tinha havido roubo.
O país que emprenha de ouvido fez um alvoroço e a maluquinha de Arroios que dirige o CDS, exigiu logo a demissão do ministro.
Menos de 24 horas depois da demissão da ministra Constança Urbano de Sousa, o aparecimento das armas na Chamusca e, principalmente, a forma como foi comunicado o seu aparecimento à PJM, demonstra que muito provavelmente, o ministro tinha razão.

19 comentários:

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  2. Tem por aqui um novo "Anónimo", muito activo!

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  3. Muitos perceberam as palavras do ministro ainda que a maioria optasse por dizer que não percebeu.
    Até a sinistra CS tuga que resolveu criar uma teoria de conspiração.

    Há quem aproveite o anonimato para demonstrar a sua pequenez moral e intelectual.

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    1. Maldosos ou não, são é uns cobardolas porque não são capazes de dar a cara e assinar o que escrevem. A Gestapo tinha umas caixas de correio onde os cobardes podiam anonimamente denunciar quem queriam. E aposto que os tiranos do Gulag também, eles afinal copiavam-se uns aos outros...

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    2. O anonimato é uma coisa preversa, embora muita gente consiga, ao usá-lo, disfarçar muita coisa.
      Caro(a) anónimo(a), lá no meu sítio não entram anónimos. A coisa fica bem mais resguardada.

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    3. Os anónimos têm sempre algo de grave a esconder.Sao personalidades deformadas incapazes de conviver com os seus problemas que, em casos graves poderão inclusivamente passar por pedofilia, violência doméstica e outras tendências como a cleptomania. Uns pobres coitados. Como o CR não é a mitra, nem consultório de psiquiatria, apago-lhes os desabafos depois de se exporem ao ridículo.

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    4. Eh lá...essa é forte, então os anónimos são todos metidos dentro do mesmo saco?! Podem ser pessoas de bem e que não ofendem terceiros, mas apenas dão a sua opinião.

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    5. Um anónimo é sempre um cobarde, por isso, nunca pode ser pessoa de bem, Bea.

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  4. Ainda hoje se copiam...
    O mundo não mudou tanto assim.
    Só parece...

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  5. Depois do mal feito já eram precisas as armas. O país já tinha ardido já tinham feito o necessário para que o OE não aumentasse os FP, (se não for aqui será na amortização da dívida ou retenções noutros lados) porque só têm só com mocas com as do Rio Maior e monas empedernidas. Já naquela altura não faltavam casqueiros, embora hoje ainda sejam mais medíocres.

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  6. Os funcionários públicos,são aumentados pelo Estado,que é o seu patrão, os privados têm a sua entidade patronal certo?

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  7. Eu, que não ouvi a entrevista, fui levado a pensar que o Ministro tinha mesmo afirmado que se calhar não tinha havido roubo.
    Não percebi que havia sarcasmo nas palavras.
    Mea culpa.

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    1. A culpa não é sua, Pedro. É de uma comunicação social desonesta e de redes sociais incendiárias.

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  8. Eu entendi que, como não se sabia nada de nada, nem ninguém avançava com qualquer pista por pequena que fosse, o ministro achou que, perante tal quadro, em última hipótese nem teria havido roubo. A entoação das palavras implicava uma mensagem cristalina, só que um ministro deve prever o impacto do que diz, já que está debaixo de fogo.

    Eu, por exemplo, mea culpa, também tenho dificuldades em perceber o que leio. Como é o caso ali do comentário da Teresa! Hein?!

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  9. Eu explico,o meu comentário é em resposta a um "anónimo", mas como o dono do blog entendeu e com toda a legitimidade apagar,a minha resposta para quem não leu antes,fica assim um pouco " estranha"!Espero ter esclarecido a "Cêlia".

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    1. D.Teresa, fiquei agora a perceber. Porém, não percebi o motivo que levou a senhora a colocar o meu nome entre aspas, é que esse é exatamente o meu nome há 64 anos.
      Gostaria de saber a justificação de tal aparato linguístico, a não ser que tenha sido por eu não ter anteposto ao seu nome o termo senhora, ou dona.

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  10. As minhas desculpas a todos os leitores que não terão percebido alguns comentários (nomeadamente o da Teresa, porque foram respostas a um impertinente anónimo que resolveu vir para aqui opinar sob a capa do anonimato. Como considero o anonimato uma cobardia, decidi apagar esses esparvoados comentários. Poderia evitar que fossem publicamos se moderasse os comentários, mas só em ultimo recurso o farei. As minhas desculpas a todos.

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  11. O Ministro disse e bem, que "NO LIMITE, admite-se não ter havido roubo.

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    1. Exactamente, Anfitrite. Eu também devia ter usado maiúsculas quando escrevi isso no início do post :-)

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