terça-feira, 19 de setembro de 2017

Memórias em vinil (CCXLII)


Desde ontem que sou assaltado por memórias da  "Maison où j'ai grandi" e esta canção  da mulher que me fazia companhia na sala onde estavam os aquários com peixinhos,veio por arrasto
Boa noite!

2 comentários:

  1. Sempre gostei da voz de Françoise Hardy. E do cabelo que me parecia cair com muito charme. Não esquecemos a casa da infância. Ou talvez seja apenas o ambiente da memória que nela perdura.

    ResponderEliminar

  2. A toada triste e doce da Françoise sempre me encantou.
    Força, Carlos.
    Abraço

    ResponderEliminar